Close Menu

    Inscreva-se para novidades

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    Preço, tempo fora de geladeira e suplementos: os diferenciais da Semavy, nova caneta de semaglutida brasileira

    4 de Setembro, 2026

    Semavy, nova caneta de semaglutida nacional, chega hoje às farmácias do país; saiba o preço e descontos

    4 de Setembro, 2026

    A maior armadilha do emagrecimento: o que a balança não conta na era do Ozempic

    3 de Setembro, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Home
    • Notícias
    • Câncer de Mama
    • Câncer de Próstata
    • Covid19
    • Diabetes
    • Obesidade
    • Sobre Nós
    • Contato
    Meio e Saúde
    Home»Obesidade»Médicos que prescrevem ou aplicam ‘Mounjaro falsificado’ agora podem ser punidos
    Obesidade

    Médicos que prescrevem ou aplicam ‘Mounjaro falsificado’ agora podem ser punidos

    meioesaudeBy meioesaude7 de Agosto, 2026Sem comentários4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit WhatsApp Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest WhatsApp Email



    Ler Resumo

    O Conselho Federal de Medicina (CFM) vedou a médicos prescreverem, indicarem ou intermediar o acesso a medicamentos à base de tirzepatida sem registro na Anvisa ou fora da legislação. A medida combate o mercado paralelo de emagrecedores e o uso indevido da consulta. Médicos podem sofrer processos éticos e criminais. Leia para entender os riscos ao paciente.

    Este resumo foi útil?

    👍
    👎

    Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

    Em nota recém-publicada, o Conselho Federal de Medicina (CFM) declarou que é ética e legalmente vedado a médicos prescrever, indicar, aplicar ou intermediar o acesso a medicamentos à base de tirzepatida (princípio ativo do Mounjaro) que não tenham registro sanitário válido na Anvisa — ou cuja origem, importação e comercialização não sigam a legislação brasileira.

    Na prática, o texto mira duas frentes que vinham crescendo lado a lado no mercado brasileiro dos “emagrecedores”: o contrabando de canetas trazidas do Paraguai e outras versões vendidas sem qualquer controle sanitário, e o uso da consulta médica como porta de entrada para essas substâncias.

    O CFM foi direto ao ponto: é vedado ao médico usar a consulta ou a prescrição como instrumento para viabilizar a obtenção de remédios vindos do exterior sem autorização legal para circular no país, sem nota fiscal, rastreabilidade ou documentação sanitária. A mesma proibição vale para fórmulas manipuladas de tirzepatida feitas em desacordo com as normas vigentes ou a partir de insumos sem procedência regular.

    A nota chega em um momento de pressão crescente sobre o mercado paralelo de canetas emagrecedoras no Brasil. Nos últimos meses, operações da Polícia Federal — como a Operação Slim, em maio, e a Operação Perigosa Caneta, no Rio — mirraram esquemas de importação e manipulação ilegal de tirzepatida, com apreensões de milhares de unidades e até farmácias de manipulação interditadas pela Anvisa por produzirem o princípio ativo sem autorização. Um levantamento da Scanntech apontou que metade das doses de canetas emagrecedoras em circulação no país pode ter origem em canais ilegais.

    O único medicamento à base de tirzepatida com registro na Anvisa continua sendo o Mounjaro, da Eli Lilly. Versões manipuladas não são automaticamente ilegais — a Nota Técnica 200/2025 da Anvisa permite, em caráter excepcional, a manipulação magistral da substância, desde que a farmácia cumpra uma série de exigências de rastreabilidade e qualidade.

    Continua após a publicidade

    O problema mirado pelo CFM é outro: médicos que fecham os olhos para a origem do produto, prescrevem “de fachada” para justificar importações irregulares, ou indicam fórmulas feitas com insumo sem procedência comprovada.

    As consequências para o médico, os riscos para o paciente 

    O CFM foi claro sobre as penalidades: o médico que prescrever, indicar, aplicar ou facilitar o acesso a medicamentos fora da legislação sanitária responderá a processo ético-profissional, além de poder ser comunicado a outros órgãos para apuração de responsabilidades administrativas, civis e até criminais. Ou seja, a exposição não é apenas ética — pode virar caso de polícia.

    O motivo da preocupação do Conselho não é burocrático. Produtos sem registro, cadeia de custódia comprovada ou controle de armazenamento adequado colocam o paciente diante de riscos concretos: contaminação, dosagem imprecisa, ausência total do princípio ativo ou presença de substâncias não declaradas.

    Continua após a publicidade

    Reportagens recentes já identificaram amostras de tirzepatida contrabandeada com concentração muito acima da informada no rótulo — o tipo de variação que pode transformar uma aplicação semanal rotineira em um evento adverso grave.

    A explosão de demanda por GLP-1 no Brasil — impulsionada pelas redes sociais e por preços de até cinco vezes menores nas versões contrabandeadas — criou um mercado paralelo difícil de conter só pela fiscalização sanitária.

    Ao focar diretamente a conduta médica, o CFM tenta fechar uma das principais portas de entrada dessas substâncias: a receita que, na teoria, deveria garantir segurança, mas que na prática vem sendo usada, em alguns casos, para dar aparência de legalidade a produtos sem nenhuma garantia de qualidade.



    FONTE: Meio e Saúde

    agora aplicam Conselho Federal de Medicina emagrecimento falsificado medicamentos medicina médicos Mounjaro Na Veia obesidade podem prescrevem punidos ser tratamentos
    meioesaude
    • Website

    Relacionados

    Preço, tempo fora de geladeira e suplementos: os diferenciais da Semavy, nova caneta de semaglutida brasileira

    4 de Setembro, 2026

    Semavy, nova caneta de semaglutida nacional, chega hoje às farmácias do país; saiba o preço e descontos

    4 de Setembro, 2026

    A maior armadilha do emagrecimento: o que a balança não conta na era do Ozempic

    3 de Setembro, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Não Perca
    Obesidade

    Preço, tempo fora de geladeira e suplementos: os diferenciais da Semavy, nova caneta de semaglutida brasileira

    By meioesaude4 de Setembro, 20260

    Ler Resumo A chegada da Semavy, a nova semaglutida da Mantecorp, promete revolucionar o tratamento…

    Semavy, nova caneta de semaglutida nacional, chega hoje às farmácias do país; saiba o preço e descontos

    4 de Setembro, 2026

    A maior armadilha do emagrecimento: o que a balança não conta na era do Ozempic

    3 de Setembro, 2026

    A relação pouco conhecida entre estatinas e a memória

    3 de Setembro, 2026
    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    Últimas

    Preço, tempo fora de geladeira e suplementos: os diferenciais da Semavy, nova caneta de semaglutida brasileira

    4 de Setembro, 2026

    Semavy, nova caneta de semaglutida nacional, chega hoje às farmácias do país; saiba o preço e descontos

    4 de Setembro, 2026

    A maior armadilha do emagrecimento: o que a balança não conta na era do Ozempic

    3 de Setembro, 2026

    A relação pouco conhecida entre estatinas e a memória

    3 de Setembro, 2026

    Inscreva-se

    Fique por dentro das atualizações

    Demo
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.