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    Home»Últimas»Solidão pode aumentar risco de doenças cardíacas e derrame, diz estudo | Meio e Saúde Brasil
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    Solidão pode aumentar risco de doenças cardíacas e derrame, diz estudo | Meio e Saúde Brasil

    meioesaudeBy meioesaude3 de Janeiro, 2025Sem comentários4 Mins Read
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    Manter uma boa vida social e mais interações com amigos e familiares pode fazer bem não somente à saúde mental, mas também ao sistema imunológico e saúde cardiovascular, de acordo com novo estudo. O trabalho, publicado nesta sexta-feira (3) no Nature Human Behavior, mostrou que a solidão está ligada a uma saúde mais precária e ao maior risco de morte precoce.

    Para chegar a essas conclusões, pesquisadores do Reino Unido e da China estudaram proteínas de amostras de sangue coletadas de mais de 42 mil adultos entre 40 e 69 anos para o UK Biobank, um grande banco de dados de saúde. Isso permitiu que eles analisassem quais proteínas estavam presentes em níveis mais altos entre pessoas que estavam socialmente isoladas ou solitárias, e como essas moléculas estavam relacionadas a uma saúde mais precária.

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    Para isso, os pesquisadores definiram isolamento social como alguém que vive sozinho, tendo uma menor frequência de interação e atividades sociais. A solidão, por outro lado, foi definida como uma medida baseada no sentimento de se sentir solitário. A partir disso, a equipe calculou pontuações de isolamento social e solidão para os indivíduos envolvidos no estudo.

    Quando os cientistas analisaram os conjuntos de proteínas e fizeram ajustes para fatores como idade, sexo e histórico socioeconômico, que poderiam influenciar nos resultados do estudo, eles encontraram 175 proteínas associadas ao isolamento social e 26 à solidão. Muitas dessas proteínas são produzidas em resposta à inflamação e à infecção viral, além de terem sido associadas a doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, derrame e morte precoce.

    A partir disso, a equipe utilizou uma técnica estatística chamada randomização mendeliana para explorar a relação causal entre isolamento social e solidão, por um lado, e proteínas, por outro. Usando essa abordagem, eles identificaram cinco proteínas cujo excesso era causado pela solidão.

    Uma delas foi a ADM, que desempenha um papel na resposta ao estresse e na regulação de hormônios sociais, como a ocitocina — conhecida como “hormônio do amor“. Os pesquisadores encontraram uma forte relação entre ADM e o volume da ínsula, um centro cerebral para interocepção, capacidade de sentir o que está acontecendo dentro do corpo.

    Níveis mais altos de ADM também foram associados a um menor volume do caudado esquerdo, uma região envolvida em processos emocionais, de recompensa e sociais. Além disso, níveis mais altos de ADM foram associados a um maior risco de morte precoce.

    Outra proteína identificada pela pesquisa foi a ASGR1, associada ao aumento do colesterol e ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, enquanto outras proteínas identificadas desempenham papéis no desenvolvimento da resistência à insulina, aterosclerose (formação de placas de gordura nas artérias) e progressão do câncer.

    “Sabemos que o isolamento social e a solidão estão ligados a uma saúde mais precária, mas nunca entendemos o porquê. Nosso trabalho destacou uma série de proteínas que parecem desempenhar um papel fundamental nessa relação, com níveis de algumas proteínas em particular aumentando como consequência direta da solidão”, afirma Chun Shen, pesquisador do Departamento de Neurociências Clínicas da Universidade de Cambridge e do Instituto de Ciência e Tecnologia para Inteligência Inspirada no Cérebro, Universidade Fudan, em comunicado à imprensa.

    “Existem mais de 100.000 proteínas e muitas de suas variantes no corpo humano. A IA e a proteômica de alto rendimento podem nos ajudar a identificar algumas proteínas-chave na prevenção, diagnóstico, tratamento e prognóstico em muitas doenças humanas e revolucionar a visão tradicional da saúde humana”, completa Jianfeng Feng, professor da Universidade de Warwick.

    Segundo o pesquisador, as proteínas identificadas pelo estudo fornecem “pistas sobre a biologia que sustenta a saúde precária entre pessoas socialmente isoladas ou solitárias, destacando por que os relacionamentos sociais desempenham um papel tão importante em nos manter saudáveis”.

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    FONTE: Meio e Saúde

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