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    Home»Últimas»Acompanhante digital por WhatsApp dá segurança a pacientes fora do hospital | Meio e Saúde Brasil
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    Acompanhante digital por WhatsApp dá segurança a pacientes fora do hospital | Meio e Saúde Brasil

    meioesaudeBy meioesaude11 de Janeiro, 2025Sem comentários4 Mins Read
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    CNN Brasil
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    É sabido que o melhor ambiente para a recuperação do paciente é a sua própria casa. Mas isso pode ser um problema, já que ele próprio tem que decidir o que é ou não importante informar ao médico ou quando procurar uma unidade de saúde.

    Para reduzir esses riscos, a startup Kidopi criou, com apoio do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da Fapesp, um acompanhante digital, disponível no WhatsApp, que fornece informações e orientações ao paciente enquanto atua como guardião.

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    O cofundador e diretor-executivo da empresa especializada em informática médica, Mario Sérgio Adolfi Junior, conta que a ideia era oferecer uma ferramenta acessível e de fácil uso para o paciente.

    “Escolhemos o WhatsApp porque é uma plataforma bastante disseminada, familiar para o paciente e não requer downloads nem uso de interfaces complicadas.”

    Segundo Adolfi Junior, a ferramenta é bastante versátil e permite criar jornadas específicas de acordo com a necessidade de cada usuário.

    “O grande desafio é o paciente não ter acompanhamento suficiente após sair do hospital. Ele muitas vezes não sabe identificar se está com algum sintoma grave e o resultado são idas e vindas à unidade de saúde”, afirma.

    Depois de uma cirurgia, por exemplo, o sistema da Kidopi pode acompanhar o paciente para saber como está a recuperação e lembrá-lo de tomar os medicamentos.

    “Se houver algo errado, o paciente é orientado a ir para o hospital. É como se a gente pegasse na mão dele e o guiasse por todo o caminho.”

    O diálogo com o paciente ocorre de maneira fluida pelo WhatsApp, já que o sistema usa processamento de linguagem natural — que permite que o usuário interaja como se estivesse em contato com um profissional de saúde.

    “Como o usuário conversa no WhatsApp, um aplicativo com o qual ele está acostumado, a adesão é alta. Ele fala da forma como está acostumado e o sistema entende e o guia nesse processo.”

    Adolfi Junior conta que, entre os usuários que foram orientados a ficar em casa, 100% não tiveram problema.

    “Entre os que foram para o hospital, 75% deveriam ter ido mesmo. Eram casos em que havia algum ponto de gravidade importante e que foi necessária uma intervenção”, diz.

    “Em um projeto que fizemos em parceria com o hospital A.C. Camargo e a Johnson & Johnson, como os pacientes foram precocemente para a unidade de saúde, houve redução das complicações cirúrgicas em 67%.”

    Quando o usuário é orientado a procurar uma unidade de saúde, todo o histórico de sua conversa com o sistema é enviado ao médico que vai recebê-lo.

    “Vai tudo para uma central do hospital, que recebe um alerta de que o paciente está a caminho e informa o que aconteceu. Se for necessário, um profissional de saúde pode entrar em contato com ele para obter mais informações.”

    O serviço é gratuito para o paciente – o custo é do prestador de serviços de saúde: hospital, indústria farmacêutica ou plano de saúde, por exemplo. Isso permite maior adesão e democratização do acesso ao acompanhamento.

    A versatilidade da solução permite que ela seja aplicada em outras situações, além do acompanhamento de pacientes após cirurgias. A Kidopi tem programas para diabetes, câncer, osteoporose e outras condições crônicas. Além disso, atua no monitoramento de idosos e de quem busca bem-estar, como em processos de emagrecimento.

    “Acompanhamos idosos para garantir maior qualidade de vida e prevenir complicações. É um acompanhamento amplo, que considera a saúde mental e emocional dos cuidadores”, explica.

    A caminho da internacionalização

    Atualmente, a empresa se prepara para expandir suas operações internacionalmente: com o auxílio de um novo projeto PIPE, já estão em desenvolvimento versões da solução em espanhol e inglês. “Estamos felizes de ter aberto nossa empresa no Estado de São Paulo e poder ter apoio para levar nossa tecnologia para ser competitiva globalmente.”

    A startup foi uma das selecionadas para participar de uma missão empresarial durante a FAPESP Week Spain, que aconteceu entre os dias 27 e 28 de novembro de 2024 na Faculdade de Medicina da Universidade Complutense de Madri (UCM), na capital espanhola.

    O pesquisador avalia que a medicina digital tem grande potencial, especialmente para atender pacientes que precisam de cuidados constantes, como os idosos.

    “O mundo está envelhecendo rapidamente e soluções como a nossa serão essenciais para garantir que os idosos possam receber cuidados contínuos e de qualidade sem precisar estar constantemente internados.”

    Embora a solução digital não substitua o médico nem o cuidado especializado, pode complementar e oferecer suporte ao criar uma rede de segurança para o paciente.



    FONTE: Meio e Saúde

    Acompanhante Brasil dá digital fora hospital Meio pacientes por Saúde segurança WhatsApp
    meioesaude
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