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    Meio e Saúde
    Home»Obesidade»Novos remédios para obesidade demonstram mais potencial para perda de peso
    Obesidade

    Novos remédios para obesidade demonstram mais potencial para perda de peso

    meioesaudeBy meioesaude14 de Novembro, 2023Sem comentários4 Mins Read
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    Desde o viagra, a pílula azul que devolveu o vigor sexual masculino lançada em 1998, a comunidade médica e os pacientes não lidavam com medicamentos capazes de causar intensa curiosidade, procura e até desabastecimento. Nos últimos dois anos, no entanto, uma nova classe de fármacos – a semaglutida – inaugurou uma era de perda de peso para pacientes com obesidade e diabetes que ainda não tinha sido experimentada: dos índices de redução de 5% a 10% com drogas antigas, foi alcançado um patamar superior a 15%. Agora, fármacos em teste apresentados no último congresso da Associação Americana de Diabetes (ADA, na sigla em inglês) apontam resultados mais eficazes, com emagrecimento de até 24,2%, um claro sinal de que o tratamento da obesidade deve ganhar aliados para avançar no tratamento e diminuir estigmas.

    Entre os estudos debatidos entre os dias 23 e 26, o da droga retatrutide, embora de fase 2, foi o que se mostrou mais promissor. Em 11 meses, os voluntários que receberam a dose mais alta testada perderam 24,2% do peso corporal. As expectativas para a próxima etapa de ensaios clínicos (a fase 3) é elevada, tendo em vista que, com um prazo mais longo de estudos, há possibilidade de a redução de peso ser ainda maior. É importante saber que, se atingirem índices em torno dos 30%, os medicamentos vão alcançar os mesmos resultados de uma cirurgia bariátrica, mas sem a necessidade de procedimentos cirúrgicos e suas possíveis complicações.

    O salto desses fármacos é atuar com hormônios ligados à sensação de saciedade, ao metabolismo da glicose e ao controle energético no corpo. No caso da retatrutide, o diferencial é agir em três hormônios: GLP-1, GIP e glucagon, enquanto outros focam em um ou dois.

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    “Estamos vendo dados promissores de medicações com programas de estudos bem estruturados e que têm mostrado, de forma robusta, eficácia e segurança. As perspectivas se tornam muito interessantes, porque, no futuro, podemos pensar em deixar a terapia cirúrgica para determinados pacientes e ajudar aqueles que têm dificuldade de acesso e esperam por anos na fila”, afirma Paulo Miranda, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

    O orforglipron tomado em versão oral diariamente levou a perdas de peso entre 9,4% e 14,7% em testes que duraram 36 semanas. Um dos pontos positivos do candidato a remédio para obesidade diz respeito ao acesso, por ter potencial de ser mais barato e contar com métodos mais fáceis de produção em larga escala.

    Ensaios com medicamentos que já são reconhecidos por reduzir peso e controlar diabetes, como a tirzepatida (Mounjaro) e a semaglutida (Ozempic e Wegovy), continuam sendo realizados, mas em diferentes dosagens e combinados com outras moléculas. Os desfechos são igualmente promissores e com o potencial de ajudar, inclusive, a reduzir o problema do forte preconceito contra as pessoas que vivem com a obesidade. Em testes clínicos dessa natureza, os voluntários não recebem apenas medicações ou placebo e aguardam algum resultado. Eles entram em um programa para inclusão de hábitos saudáveis com mudanças na alimentação, realização de exercícios e acompanhamento profissional para que se mantenham comprometidos com essas atividades dentro do cronograma previsto.

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    Um exemplo disso foi o estudo com tirzepatida para pacientes com obesidade e diabetes. Quem recebeu o remédio, teve 15,7% de perda de peso. No grupo placebo, o índice foi de 3,3% em 1 ano e meio, relatou o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da USP de Ribeirão Preto, que esteve no evento da ADA. “Isso mostra que obesidade não é falta de vontade, é uma doença que merece respeito e tratamento.”

    Para o futuro, a expectativa é de que novas moléculas sejam descobertas e que o tratamento medicamentoso conte com um variado arsenal. “Várias empresas estão fazendo remédios diferentes, cada um com uma composição. Com a concorrência, os pacientes podem ter acesso a bons medicamentos com preços acessíveis”, avalia Bruno Halpern, endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). “Estamos evoluindo de alguma forma para mudar o cenário de diabetes e obesidade no mundo. Essas revoluções são uma inovação dentro da doença que não tínhamos visto nas últimas décadas”, completa.

    Um desafio adicional será controlar o consumo desenfreado e sem recomendação médica desses medicamentos, que se tornaram famosos entre celebridades e pessoas que querem fazer uso estético, ignorando que nenhum remédio está livre de efeitos colaterais. Neste caso, alterações gastrointestinais, como náuseas, vômitos e diarreia. Eles são direcionados para ajudar na luta para interromper epidemias em curso. Caso da diabetes, que pode atingir uma população de 1,3 bilhão de pessoas em 2050, e tem a obesidade como seu principal fator de risco.

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    FONTE: Meio e Saúde

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    meioesaude
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