Close Menu

    Inscreva-se para novidades

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    Preço, tempo fora de geladeira e suplementos: os diferenciais da Semavy, nova caneta de semaglutida brasileira

    4 de Setembro, 2026

    Semavy, nova caneta de semaglutida nacional, chega hoje às farmácias do país; saiba o preço e descontos

    4 de Setembro, 2026

    A maior armadilha do emagrecimento: o que a balança não conta na era do Ozempic

    3 de Setembro, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Home
    • Notícias
    • Câncer de Mama
    • Câncer de Próstata
    • Covid19
    • Diabetes
    • Obesidade
    • Sobre Nós
    • Contato
    Meio e Saúde
    Home»Obesidade»Gordura abdominal pode prever doenças no coração melhor que IMC, afirma estudo
    Obesidade

    Gordura abdominal pode prever doenças no coração melhor que IMC, afirma estudo

    meioesaudeBy meioesaude12 de Agosto, 2026Sem comentários4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit WhatsApp Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest WhatsApp Email



    O chamado Índice de Massa Corporal, famoso IMC, é comumente usado para determinar sobrepeso ou obesidade. Ele é calculado dividindo o peso de uma pessoa em quilos pela sua altura ao quadrado. Sozinha, porém, essa métrica não é capaz de prever com precisão se uma pessoa terá doenças cardiovasculares no futuro.

    O melhor indicador para calcular esse risco é a circunferência abdominal, que revela o acúmulo de gordura na região, como aponta um estudo publicado na revista científica Journal of the American College of Cardiology na terça-feira, 11.

    A pesquisa analisou dados de mais de 260 mil pessoas ao longo de uma média de 20 anos e mostrou que mesmo pessoas com IMC considerado normal podem ter risco aumentado para problemas cardiovasculares.

    Em comunicado, o editor-chefe da revista onde o estudo foi publicado, Harlan M. Krumholz, afirmou que os resultados apontam que “é hora de abandonar o foco exclusivo no Índice de Massa Corporal”.

    “Este estudo extremamente importante, baseado em dados de centenas de milhares de participantes em estudos de coorte em larga escala, demonstra de forma inequívoca que a circunferência da cintura e a relação cintura-quadril fornecem informações cruciais sobre o risco cardiovascular, mesmo entre pessoas com IMC considerado normal”, afirmou Krumholz, que também é professor na Escola de Medicina de Yale, nos Estados Unidos.

    Continua após a publicidade

    O que o estudo descobriu

    Os pesquisadores investigaram se, além do IMC, outras duas medidas poderiam ajudar a prever melhor o risco cardiovascular dos participantes: a circunferência da cintura (CC) e a relação cintura-quadril (RCQ).

    Isso porque pesquisas anteriores já demonstraram que a chamada gordura visceral, aquela que envolve os órgãos internos na região abdominal, está associada ao aumento de risco para doenças cardíacas e diabetes, enquanto a gordura subcutânea, localizada diretamente sob a pele, não tem uma associação tão forte.

    Todos os participantes do estudo possuíam dados sobre a circunferência da cintura e a relação cintura-quadril, além de pelo menos um de nove desfechos: tempo até o primeiro infarto do miocárdio fatal e não fatal; acidente vascular cerebral (AVC) fatal e não fatal; insuficiência cardíaca; fibrilação atrial; doença coronariana total; doença cardiovascular total; mortalidade por doença coronariana; e mortalidade por doença cardiovascular e/ou mortalidade por todas as causas.

    Continua após a publicidade

    Os resultados mostram que:

    Em pessoas com IMC considerado normal, 5% tinham circunferência da cintura elevada e 18% apresentavam relação cintura-quadril elevada;
    Entre aqueles sobrepeso, 39% tinham circunferência da cintura elevada e 40% apresentavam relação cintura-quadril elevada;
    Já entre pessoas com IMC equivalente à obesidade, 9% tinham circunferência da cintura baixa e 45%.

    Além disso, pessoas com peso normal ou sobrepeso e circunferência da cintura ou relação cintura-quadril definidas como elevadas tiveram um risco de 15% a 50% maior para a maioria dos nove desfechos estudados.

    Continua após a publicidade

    Já os participantes com obesidade e CC baixa não apresentaram risco significativamente diferente para os desfechos em comparação com aqueles com peso normal e CC baixa, exceto para mortalidade por todas as causas. Nesses casos, o risco foi significativamente menor.

    Resultados

    Para os pesquisadores, os resultados indicam que basear-se apenas no IMC pode resultar em “classificação incorreta do risco cardiovascular“.

    “Incentivamos os médicos a considerarem a distribuição da adiposidade central em todo o espectro do IMC ao avaliarem o risco cardiovascular em contextos de prevenção primária”, afirmou Zeina A. Dardari, PhD, MS, autora principal do estudo, em comunicado. 

    Continua após a publicidade

    Ao mesmo tempo, os autores apontam algumas limitações do estudo. Uma delas é que a análise não calculou o tempo que os participantes dedicavam à atividade física ou dieta, nem o risco genético de obesidade, fatores que comprovadamente influenciam o desenvolvimento de problemas no coração.

    Além disso, a investigação incluiu apenas uma avaliação da circunferência da cintura e da relação cintura-quadril, o que pode limitar a compreensão de como as alterações no acúmulo de gordura central ao longo do tempo influenciam o risco de doenças cardiovasculares.

    Continua após a publicidade

    No entanto, os resultados são definidos como “inequívocos” no que diz respeito às limitações do IMC. A principal conclusão é que a métrica mais convencional para determinar sobrepeso e obesidade é insuficiente para medir o risco cardiovascular e, por isso, deve ser acompanhada do cálculo de gordura abdominal, principalmente em consultas de rotina.



    FONTE: Meio e Saúde

    abdominal afirma coração doenças Estudo gordura IMC melhor obesidade pode prever
    meioesaude
    • Website

    Relacionados

    Preço, tempo fora de geladeira e suplementos: os diferenciais da Semavy, nova caneta de semaglutida brasileira

    4 de Setembro, 2026

    A maior armadilha do emagrecimento: o que a balança não conta na era do Ozempic

    3 de Setembro, 2026

    Acima de qualquer suspeita: quando médicos merecem impeachment | Crônicas de Peso

    2 de Setembro, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Não Perca
    Obesidade

    Preço, tempo fora de geladeira e suplementos: os diferenciais da Semavy, nova caneta de semaglutida brasileira

    By meioesaude4 de Setembro, 20260

    Ler Resumo A chegada da Semavy, a nova semaglutida da Mantecorp, promete revolucionar o tratamento…

    Semavy, nova caneta de semaglutida nacional, chega hoje às farmácias do país; saiba o preço e descontos

    4 de Setembro, 2026

    A maior armadilha do emagrecimento: o que a balança não conta na era do Ozempic

    3 de Setembro, 2026

    A relação pouco conhecida entre estatinas e a memória

    3 de Setembro, 2026
    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    Últimas

    Preço, tempo fora de geladeira e suplementos: os diferenciais da Semavy, nova caneta de semaglutida brasileira

    4 de Setembro, 2026

    Semavy, nova caneta de semaglutida nacional, chega hoje às farmácias do país; saiba o preço e descontos

    4 de Setembro, 2026

    A maior armadilha do emagrecimento: o que a balança não conta na era do Ozempic

    3 de Setembro, 2026

    A relação pouco conhecida entre estatinas e a memória

    3 de Setembro, 2026

    Inscreva-se

    Fique por dentro das atualizações

    Demo
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.