Close Menu

    Inscreva-se para novidades

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    O evento que integra ciência, liderança feminina e equidade na oncologia chega a São Paulo

    14 de Julho, 2026

    Como saber se uma ‘caneta emagrecedora’ é autorizada ou falsificada? Meio e Saúde orientações da Anvisa

    14 de Julho, 2026

    Pílula da família do Mounjaro vence duelo contra um dos principais tratamentos para o diabetes

    14 de Julho, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Home
    • Notícias
    • Câncer de Mama
    • Câncer de Próstata
    • Covid19
    • Diabetes
    • Obesidade
    • Sobre Nós
    • Contato
    Meio e Saúde
    Home»Últimas»Remédios incorporados há mais de dois anos ainda não chegaram ao SUS
    Últimas

    Remédios incorporados há mais de dois anos ainda não chegaram ao SUS

    meioesaudeBy meioesaude11 de Novembro, 2025Sem comentários6 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit WhatsApp Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest WhatsApp Email



    A incorporação de novas terapias no Sistema Único de Saúde (SUS) não quer dizer que os medicamentos terão oferta imediata, mas há casos em que a espera é longa. Indicadas para condições distintas, edema macular diabético e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), duas medicações aprovadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) ainda não estão disponíveis na rede pública — uma delas recebeu aval há mais de dois anos — e são aguardadas por médicos e pacientes. Em nota, o Ministério da Saúde informou que oferece outros tratamentos para os pacientes atendidos pelo SUS que vivem com essas doenças (leia mais abaixo).

    Em outubro de 2023, a Conitec anunciava em seu site a incorporação do implante biodegradável de dexametasona, o Ozurdex, da farmacêutica AbbVie, para pacientes diagnosticados com edema macular diabético, uma complicação da retinopatia diabética que, segundo o órgão, é “apontada como a principal causa de cegueira adquirida” na população adulta que vive com diabetes.

    Esse tratamento consiste em um aplicador biodegradável com um corticoide que age como anti-inflamatório e melhora a visão dos pacientes. Em sua avaliação para a aprovação, a Conitec informou que um terço dos pacientes que não respondem aos tratamentos disponíveis no SUS poderiam ser beneficiados.

    Pacientes que participaram de uma chamada pública sobre o uso do medicamento relataram benefícios como mais nitidez ao enxergar e melhora da qualidade de vida, com o retorno a atividades como a leitura, segundo a comissão. “A melhora da acuidade visual inicia dentro dos dois primeiros meses após a aplicação e dura aproximadamente 30 a 90 dias após seu início, de acordo com a evolução do paciente”, diz o texto da Conitec da época.

    Médico assistente dos setores de retina da Santa Casa de São Paulo e da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o oftalmologista Ronaldo Sano explica que a retinopatia diabética, conjunto de alterações na permeabilidade dos vasos sanguíneos que faz com que sangue e outras proteínas saiam e afetem os tecidos da retina, é bastante prevalente no Brasil, considerando que 16,6 milhões de adultos vivem com diabetes — estima-se que essa população vai aumentar para 24 milhões em 2050.

    “No diabetes tipo 1, após 20 anos de doença, 90% dos pacientes têm algum grau de retinopatia diabética. No tipo 2, são 60%”, diz o especialista. No edema macular diabético, a parte mais nobre da retina é afetada e os pacientes passam a ter dificuldades para ver imagens centrais e têm flutuações visuais de acordo com mudanças na glicemia durante o dia.

    Continua após a publicidade

    Segundo Sano, o SUS oferece tratamentos para os pacientes, caso dos antiangiogênicos. Outros tratamentos são fotocoagulação por laser e o uso de medicamento anti-VEGF intravítreo (aflibercepte ou ranibizumabe), mas nem todas pessoas respondem ao que está disponível. Por isso, seria importante ter a dexametasona, de acordo com o oftalmologista.

    “Os pacientes não têm para onde correr. A dexametasona é uma opção principalmente para a pessoa que tem características inflamatórias e essa não responsividade ao tratamento ofertado. O problema é que ela já foi aprovada, mas está esperando os próximos passos para ser incorporada e os pacientes têm urgência. Tratando de forma tardia, eles não têm a melhora que é necessária.”

    Doença respiratória

    Em outubro do ano passado, duas terapias triplas para o tratamento de casos graves de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) — condição que afeta principalmente fumantes — receberam aval da comissão com prazo de 180 dias para inclusão na rede pública e possível prorrogação por mais 90.

    Foram aprovados o furoato de fluticasona/brometo de umeclidínio/trifenatato de vilanterol (FF/UMEC/VI) 100/62,5/25 mcg, o Trelegy da GSK, e o dipropionato de beclometasona 100 µg, fumarato de formoterol di-hidratado 6 µg e brometo de glicopirrônio 12,5 µg (BDP/FOR/G), o Trimbow da Chiesi Farmacêutica.

    Continua após a publicidade

    “Visando a otimizar a terapia inalatória, reduzir a frequência e a severidade das exacerbações, novos tratamentos, tais como a terapia inalatória tripla, devem ser considerados no manejo destes pacientes”, diz o texto do órgão sobre as medicações.

    Presidente da Associação Brasileira de Asmáticos (ABRA), o pneumologista José Roberto Megda diz que a DPOC é uma doença perigosa, mas ainda subdiagnosticada por acesso limitado ao exame em regiões mais remotas, caso da espirometria. “No Brasil, 15% da população adulta tem essa doença, que é a terceira causa de morte no mundo. No entanto, em cada dez, só três sabem que têm essa condição.”

    Outro gargalo é a dificuldade de adesão ao tratamento pelo fato de ser necessário utilizar diferentes medicações em dispositivos distintos. A terapia tripla entraria nesse cenário para evitar a exacerbação da doença, que pode levar à morte.

    “A orientação atual é de utilizar o menor número de dispositivos, porque os pacientes, principalmente idosos, estarão mais aptos a utilizá-los”, explica. Segundo Megda, ainda falta a finalização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da DPOC, no entanto, a incorporação faria diferença para os pacientes que convivem com sintomas de falta de ar, tosse com muco e chiado no peito.

    Continua após a publicidade

    Uma delas é a aposentada Eliete Aldaziza Betiol Ramos, de 78 anos, que fumou por 50 anos e, há cinco, foi diagnosticada com a doença. Ela faz uso de oxigênio e já comprou a terapia tripla, mas o medicamento não cabe em seu orçamento. “O tratamento é muito bom, sinto que meu pulmão reage mais com o remédio, mas é muito caro”, conta.

    ‘SUS oferece tratamento’, diz Ministério da Saúde

    Consultado por VEJA, o Ministério da Saúde informou que o SUS “já oferece tratamento integral para a retinopatia diabética” por meio de fotocoagulação a laser, injeções intravítreas com ranibizumabe e aflibercepte, cirurgia vítreo-retiniana e exames como tomografia de coerência óptica.

    A pasta informou que, para DPOC, há repasse federal para oferta do tratamento com os medicamentos brometo de tiotrópio + olodaterol e brometo de umeclidínio + vilanterol. Os estados fazem a aquisição de budesonida, formoterol, salmeterol e fenoterol .

    Em relação aos medicamentos citados pela reportagem, disse que, após a decisão de incorporação feita pela Conitec, o ministério precisa cumprir etapas como pactuação federativa, definição de responsabilidades financeiras, atualização de protocolos e aquisição dos produtos conforme a legislação vigente.

    Continua após a publicidade

    “No caso, dos medicamentos Trimbow, Trelegy (para DPOC) e o implante biodegradável de dexametasona Ozurdex, estão sendo realizados os trâmites administrativos anteriores à aquisição”, informou. VEJA solicitou prazos, mas não obteve resposta.

    Compartilhe essa matéria via:



    FONTE: Meio e Saúde

    ainda anos chegaram Dois há incorporados Mais não remédios SUS
    meioesaude
    • Website

    Relacionados

    Semaglutida brasileira entra para lista de remédios de referência da Anvisa

    10 de Julho, 2026

    Anvisa amplia uso de medicamento para pacientes com câncer de mama de maior risco

    7 de Julho, 2026

    Canetas emagrecedoras do Paraguai: ter o mesmo princípio ativo não significa ser o mesmo remédio

    6 de Julho, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Não Perca
    Câncer de Mama

    O evento que integra ciência, liderança feminina e equidade na oncologia chega a São Paulo

    By meioesaude14 de Julho, 20260

    Ler Resumo O WEEM Talks 2026 chega a São Paulo nos dias 31 de julho…

    Como saber se uma ‘caneta emagrecedora’ é autorizada ou falsificada? Meio e Saúde orientações da Anvisa

    14 de Julho, 2026

    Pílula da família do Mounjaro vence duelo contra um dos principais tratamentos para o diabetes

    14 de Julho, 2026

    Implante anual de Ozempic: depois das canetas, chips são a nova promessa para tratar diabetes e obesidade

    13 de Julho, 2026
    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    Últimas

    O evento que integra ciência, liderança feminina e equidade na oncologia chega a São Paulo

    14 de Julho, 2026

    Como saber se uma ‘caneta emagrecedora’ é autorizada ou falsificada? Meio e Saúde orientações da Anvisa

    14 de Julho, 2026

    Pílula da família do Mounjaro vence duelo contra um dos principais tratamentos para o diabetes

    14 de Julho, 2026

    Implante anual de Ozempic: depois das canetas, chips são a nova promessa para tratar diabetes e obesidade

    13 de Julho, 2026

    Inscreva-se

    Fique por dentro das atualizações

    Demo
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.