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    Home»Últimas»Protetor solar físico e químico: entenda a diferença e como escolher | Meio e Saúde Brasil
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    Protetor solar físico e químico: entenda a diferença e como escolher | Meio e Saúde Brasil

    meioesaudeBy meioesaude9 de Janeiro, 2025Sem comentários4 Mins Read
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    CNN Brasil
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    O uso do protetor solar é indispensável para quem passa horas ao ar livre. No verão, esse cuidado se torna ainda mais importante. Mas para que a proteção eficaz seja garantida, é preciso escolher o produto ideal para seu tipo de pele e necessidades individuais, assim como entender as diferenças entre os tipos de filtro solar.

    “Os protetores solares apresentam diferenças em relação aos filtros incluídos na fórmula, que podem ser físicos ou químicos, diferenças em relação ao FPS, à textura, entre outros”, explica Carlos Carcaui, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

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    Os protetores solares físicos funcionam como uma barreira mecânica à radiação ultravioleta (UV) e são compostos apenas por óxido de zinco e dióxido de titânio. Eles são mais espessos e possuem pouca ou quase nenhuma penetração na pele, atuando para dispersar os raios solares.

    Já os protetores solares químicos protegem da radiação ultravioleta por reação química. Eles são feitos com compostos que absorvem a radiação UV, convertendo-a em calor antes que ela possa causar danos à pele. Diferentemente dos protetores físicos, os químicos possuem textura leve e boa espalhabilidade, sendo frequentemente utilizados para o uso diário e sendo amplamente comercializados.

    Para quem cada tipo de protetor é indicado?

    De acordo com Carcaui, o protetor solar físico é indicado para peles reativas e sensíveis e, além disso, ele é mais resistente à água, podendo ser recomendado para quem pratica esportes aquáticos ao ar livre, por exemplo.

    Além disso, o protetor solar físico é o mais recomendado para crianças, conforme explica Luiz Menezes, dermatologista do Instituto de Especialidades Pediátricas (IEP). “Eles têm menor absorção cutânea e menor irritabilidade na pele. Deve-se destacar que a superfície cutânea da criança transpira mais do que a do adulto devido à maior quantidade de líquido corpóreo, o que levaria à dissociação de produtos orgânicos, provocando maior probabilidade de alergia e absorção”, explica.

    Já o protetor solar químico é frequentemente indicado para o uso diário para peles normais a oleosas, por possuir textura mais leve. Mas é importante aplicá-lo alguns minutos antes da exposição solar. “Esses produtos, que contêm ingredientes como avobenzona, octocrileno e homossalato, necessitam de cerca de 20 a 30 minutos para começar a agir, já que precisam ser absorvidos pela pele”, explica Carcaui.

    No entanto, vale ressaltar que a escolha do protetor solar ideal pode depender do tipo de pele, das condições ambientais e das preferências pessoais. “O mais importante é garantir uma proteção adequada para evitar danos à saúde da pele ao longo do tempo”, reforça o especialista.

    Protetor solar físico e químico possuem métodos de aplicação e reaplicação diferentes

    O método de aplicação e reaplicação de protetores solares químicos e físicos possuem diferenças que devem ser consideradas para garantir uma proteção adequada, de acordo com os especialistas.

    No caso do protetor solar químico, além da aplicação ser feita de 20 a 30 minutos antes da exposição solar, é importante que a reaplicação seja feita a cada duas horas ou após transpiração intensa, mergulhos ou atividades que possam remover o produto da pele, como toalhas. Além disso, é importante espalhar o filtro uniformemente, sem deixar áreas descobertas.

    Já o protetor solar físico oferece proteção imediata após a aplicação, pois atua formando uma barreira superficial que reflete os raios UV. Por isso, ele é ideal para situações em que não há tempo para esperar a absorção, conforme orienta Carcaui.

    Assim como o químico, o físico também deve ser reaplicado a cada duas horas, após contato com a água ou o suor. Contudo, por sua textura mais densa, pode ser necessário prestar atenção especial na uniformidade durante a aplicação para evitar acúmulos ou resíduos visíveis.

    No caso das crianças com menos de seis meses, não há indicação de uso de nenhum filtro solar, alerta Menezes. Entre os seis meses até os dois anos, a recomendação é usar protetor solar físico. “No verão, evite expor [a criança] ao sol após 9h30 e antes de 17h00. Além disso, usar bonés e roupas com mangas, de proteção UV”, recomenda.

    Radiação UV ou químicos no protetor solar: o que é mais perigoso?



    FONTE: Meio e Saúde

    Brasil como diferença entenda escolher físico Meio protetor químico Saúde solar
    meioesaude
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