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Desvende as diferenças de custo entre as principais canetas para diabetes tipo 2, como Mounjaro, Ozempic, Ozivy e Victoza. Os preços podem variar mais de cinco vezes conforme princípio ativo e dose. Entenda como a escolha médica e os programas de desconto influenciam o valor final do tratamento.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O custo das canetas para diabetes tipo 2 pode variar mais de cinco vezes conforme o princípio ativo, a marca e a dose prescrita. Para facilitar a comparação, reunimos, a seguir, os preços e as potências das doses máximas usadas no controle da glicose no sangue: tirzepatida de 15 mg uma vez por semana, semaglutida de 1 mg uma vez por semana e liraglutida 1,8 mg por dia. Todos esses remédios são utilizados por meio de uma caneta de aplicação subcutânea.
A análise não significa que todas as pessoas devam usar a maior dose. Em geral, o tratamento começa com dosagens menores, que podem ser elevadas gradualmente conforme a resposta do organismo e a tolerância aos efeitos adversos, como náusea, diarreia e desconforto gastrointestinal. O valor realmente desembolsado dependerá da dose individualizada definida pelo médico – e dos programas de desconto das farmacêuticas.
Mounjaro
A tirzepatida é aplicada uma vez por semana. A dose inicial costuma ser de 2,5 mg, com possíveis aumentos graduais até o limite de 15 mg semanais. A caixa com quatro canetas de 15 mg, suficiente para aproximadamente quatro semanas, custava R$ 3.499 em consulta realizada em 2 de junho de 2026 em uma grande rede de farmácias.
A tirzepatida atua em dois alvos hormonais, GIP e GLP-1. As doses semanais de 5 mg, 10 mg e 15 mg foram superiores à semaglutida 1 mg para reduzir a hemoglobina glicada, exame que reflete a média da glicose no sangue nos últimos meses.
Ozempic e Extensior
Ozempic e seu clone Extensior contêm semaglutida e são aplicados uma vez por semana. Na apresentação de 1 mg, cada caixa contém uma caneta multidose capaz de liberar quatro aplicações, cobrindo cerca de um mês de tratamento.
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Na pesquisa de preço, o Ozempic 1 mg sai por R$ 999, enquanto o Extensior 1 mg custa R$ 849. A diferença chegava a R$ 150 por caixa que dura um mês.
A semaglutida tende a apresentar maior potência para reduzir a glicada do que a liraglutida, de uso diário.
Ozivy
A nova opção nacional é o Ozivy, caneta de semaglutida sintética produzida pela EMS. O medicamento de ação semanal foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para adultos com diabetes tipo 2 que não conseguem controlar a glicemia com a estratégia padrão.
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A previsão é de chegada às farmácias em 15 de junho de 2026, e o preço parte de R$ 452 por caneta para um mês de tratamento. No programa de adesão do fabricante, a EMS venderá o medicamento por R$ 287 mensais nos três primeiros meses; a partir do quarto mês, o valor anunciado passa a R$ 498 por caneta.
Victoza e Lirux
Victoza e Lirux contêm liraglutida. Ela também é um análogo de GLP-1, mas, diferentemente da semaglutida e da tirzepatida, sua aplicação é diária. Cada caneta preenchida possui 18 mg e rende dez doses quando o paciente utiliza o limite de 1,8 mg por dia.
A caixa de Victoza com duas canetas custa R$ 606,36 e dura cerca de 20 dias na dose máxima. Em um cálculo proporcional para 30 dias, o gasto mensal fica próximo de R$ 909,54.
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Já a caixa de Lirux com duas canetas é vendida por R$ 438,40. Na dose de 1,8 mg ao dia, o custo proporcional para 30 dias é de aproximadamente R$ 657,60.
Tabela dos medicamentos: nome, substância, dose, frequência e preço
Mounjaro
Tirzepatida
15 mg
semanal
R$ 3.499 por quatro semanas
Ozempic
Semaglutida
1 mg
semanal
R$ 999 por quatro semanas
Extensior
Semaglutida
1 mg
semanal
R$ 849 por quatro semanas
Ozivy
Semaglutida
até 1 mg
semanal
a partir de R$ 452 por caneta
Victoza
Liraglutida
1,8 mg
diária
cerca de R$ 909,54 por 30 dias
Lirux
Liraglutida
1,8 mg
diária
cerca de R$ 657,60 por 30 dias
