Close Menu

    Inscreva-se para novidades

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    A nova era da insulina chega ao SUS e a milhões de brasileiros

    16 de Julho, 2026

    A geração do lockdown: estudo encontra efeitos duradouros no desenvolvimento infantil

    15 de Julho, 2026

    Por que o Brasil nunca irá usar tanta caneta emagrecedora como os Estados Unidos

    15 de Julho, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Home
    • Notícias
    • Câncer de Mama
    • Câncer de Próstata
    • Covid19
    • Diabetes
    • Obesidade
    • Sobre Nós
    • Contato
    Meio e Saúde
    Home»Últimas»Uma máquina de precisão: as novas revoluções da robótica na medicina
    Últimas

    Uma máquina de precisão: as novas revoluções da robótica na medicina

    meioesaudeBy meioesaude19 de Abril, 2024Sem comentários4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit WhatsApp Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest WhatsApp Email



    A cirurgia robótica é a mais perfeita materialização do casamento entre o ser humano e a máquina, provando que ela pode funcionar com maestria ao tirar o máximo proveito das habilidades e funcionalidades de cada lado. Numa ponta, o médico, com seu conhecimento anatômico e a sensibilidade para reconhecer o que o paciente requer. Na outra, a tecnologia, com precisão milimétrica nas incisões e perfurações. Depois de quinze anos desde a operação pioneira no Brasil, os equipamentos de ponta já se consolidaram em especialidades como urologia e ginecologia, bem como em procedimentos para abdome, joelho e quadril. Agora, os robôs pedem passagem para integrar — e revolucionar — a neurocirurgia e o tratamento de doenças e lesões no cérebro e na coluna vertebral.

    Neste mês, dois marcos ilustraram o tamanho do progresso no país. A plataforma Mazor, da empresa Medtronic, fez sua estreia durante a operação de uma mulher de 80 anos que necessitava de seis parafusos na coluna em uma intervenção realizada no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, um espetáculo da medicina aplaudido pelos médicos e acompanhada in loco por VEJA. O robô, com uma estrutura que lembra um simpático rosto, dispõe de um software que permite o planejamento prévio das ações que serão executadas pelo cirurgião e o espelhamento em tempo real de cada movimento em exames de imagem. Enquanto isso, o Brasil também atingiu a marca de 100 operações dessa natureza utilizando o braço robótico Cirq, da alemã Brainlab. O avanço da tecnologia na neurocirurgia — um segmento delicado por excelência — coroa a ampliação desse modelo terapêutico para outras regiões e fronteiras do corpo humano.


    EM AÇÃO - Cirurgiões da Rede D’Or: o maior parque robótico da América Latina (//Divulgação)

    Os estudos assinam embaixo das vantagens do suporte high-tech ao trabalho médico: redução no tempo em centro cirúrgico, cortes menores, exatidão em todas as etapas, diminuição do período de internação, além de menos sangramento e complicações. “O robô evita pequenos erros tanto a olho nu quanto no uso da navegação, porque, a todo momento, faz os posicionamentos dos instrumentos já na trajetória correta”, diz o cirurgião de coluna Luciano Miller, do Einstein. A segurança ao paciente é reforçada por outra razão. Nesse tipo de intervenção, a radiação guia o profissional. Quando se recruta o aparelho, porém, a exposição a ela cai 80%.

    Para pessoas que sofrem com vértebras instáveis, fraturas e desvios de coluna, caso da escoliose, o método começou a ser aplicado há menos de dois anos com a tecnologia alemã. Poucos meses depois, passou a ser empregado em biópsias cerebrais, que demandam a perfuração certeira de determinado ponto do crânio. Outras aplicações virão. Convém ressaltar, no entanto, que o robô não opera sozinho — ele é um sistema de bússola e apoio. “Não se trata de algo automatizado. Quem comanda os movimentos é o médico”, afirma Nelson Pereira Filho, neurocirurgião do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, para quem a invenção é “um assistente de altíssima qualidade”.

    Continua após a publicidade


    APOIO MILIMÉTRICO – Braço eletrônico: suporte sob medida para biópsias cerebrais (Brainlab//)

    O embrião da cirurgia robótica remonta à década de 1980. Mas ela só viria a emergir com força e êxito nos anos 2000, ao tratar tumores de próstata. Graças à exatidão para extirpar a doença, a técnica promoveu uma queda drástica na taxa de efeitos colaterais e complicações após o procedimento, como a impotência sexual. Mesmo avançando a passos largos, o fator limitante ainda é o custo e o acesso em larga escala. Mas os especialistas acreditam que, com a maior oferta de dispositivos e a redução nos valores, um volume bem maior de pacientes poderá ser atendido. “Em países de baixa e média renda pode ser mais complicado, mas é inexorável que a medicina agregue a digitalização em todos os seus níveis”, diz Carlos Eduardo Domene, coordenador médico do Programa de Cirurgia Robótica da Rede D’Or, que tem o maior parque robótico da América Latina. Tudo indica que a tendência é caminho irreversível — e os robôs se tornarão mais presentes nos hospitais. “Nosso sonho é fazer cirurgias remotas, atendendo pacientes a distância”, diz Arthur Pereira Filho, neurocirurgião do Moinhos de Vento. Vida longa a essa parceria.

    Publicado em VEJA de 19 de abril de 2024, edição nº 2889



    FONTE: Meio e Saúde

    máquina medicina novas precisão revoluções robótica uma
    meioesaude
    • Website

    Relacionados

    Como saber se uma ‘caneta emagrecedora’ é autorizada ou falsificada? Meio e Saúde orientações da Anvisa

    14 de Julho, 2026

    Remédio comum e barato para diabetes pode ajudar a prevenir uma das principais causas de cegueira

    1 de Julho, 2026

    O tenista que ganhou Roland Garros e deu uma lição ao mundo sobre o diabetes tipo 1

    9 de Junho, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Não Perca
    Diabetes

    A nova era da insulina chega ao SUS e a milhões de brasileiros

    By meioesaude16 de Julho, 20260

    Ler Resumo O SUS inicia a nacionalização da insulina glargina, uma versão de ação prolongada…

    A geração do lockdown: estudo encontra efeitos duradouros no desenvolvimento infantil

    15 de Julho, 2026

    Por que o Brasil nunca irá usar tanta caneta emagrecedora como os Estados Unidos

    15 de Julho, 2026

    EMS baixa ainda mais preço de canetas nacionais de semaglutida; entenda os valores e as condições

    15 de Julho, 2026
    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    Últimas

    A nova era da insulina chega ao SUS e a milhões de brasileiros

    16 de Julho, 2026

    A geração do lockdown: estudo encontra efeitos duradouros no desenvolvimento infantil

    15 de Julho, 2026

    Por que o Brasil nunca irá usar tanta caneta emagrecedora como os Estados Unidos

    15 de Julho, 2026

    EMS baixa ainda mais preço de canetas nacionais de semaglutida; entenda os valores e as condições

    15 de Julho, 2026

    Inscreva-se

    Fique por dentro das atualizações

    Demo
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.