Close Menu

    Inscreva-se para novidades

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    Nem anorexia nem bulimia: esse é o transtorno alimentar mais comum no momento

    5 de Junho, 2026

    O comprimido que pode salvar os rins e evitar uma diálise no futuro já está entre nós

    5 de Junho, 2026

    Ozempic e Mounjaro podem poupar os joelhos de uma cirurgia, aponta estudo

    4 de Junho, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Home
    • Notícias
    • Câncer de Mama
    • Câncer de Próstata
    • Covid19
    • Diabetes
    • Obesidade
    • Sobre Nós
    • Contato
    Meio e Saúde
    Home»Últimas»Saúde mental de vítimas das enchentes no RS preocupa médicos
    Últimas

    Saúde mental de vítimas das enchentes no RS preocupa médicos

    meioesaudeBy meioesaude8 de Maio, 2024Sem comentários4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit WhatsApp Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest WhatsApp Email



    Catástrofes naturais como as enchentes que ocorrem no Rio Grande do Sul, provocando destruição e morte, deixam cicatrizes profundas. Não só físicas, mas também emocionais. Durante os desafios e esforços para salvar vidas e amenizar os danos físicos, as pessoas não param para pensar, mas é fato que, mesmo após a recuperação física, tragédias como esta deixam traumas que podem afetar a saúde mental de forma persistente e até definitiva – e que já virou uma preocupação na comunidade médica.

    Por isso, especialistas recomendam reconhecer e endereçar essas pessoas a serviços que ofereçam um suporte psicológico e emocional como a telemedicina, que em situações como essa, se mostra uma excelente ferramenta de apoio para fornecer cuidados médicos e intervenções psicológicas e, assim, ajudar as pessoas a lidar com estas situações.

    “Esse é o momento que a gente precisa dar o suporte emocional para que as pessoas realmente não se deprimam”, alerta Fernanda Buonfiglio, membro da Sociedade Brasileira de Telemedicina e Telessaúde. Segundo a médica, é importante dar uma atenção especial a essas pessoas, principalmente a crianças e idosos. “Quem está ali, ajudando, resgatando, não sofre tanto quanto os que estão vendo tudo se perder. Sofrem, mas a ficha cai depois.”

    Trabalho em grupo

    Continua após a publicidade

    Nestes cenários de calamidades, crianças e idosos têm um papel de observação a partir do momento em que foram resgatados, por isso, tendem a deprimir com maior facilidade. Para essas faixas etárias, Bounfiglio recomenda que não sejam deixados sozinhos. “Pensando em saúde mental e em uma forma de amenizar os traumas, é bom que as crianças possam se reunir e brincar para tentar assimilar as coisas de forma mais lúdica. Já os idosos, que têm mais consciência e entendimento da situação, precisam ser ouvidos”, explica. Terapias em grupos, onde possam dividir suas angústias, inclusive por meio da telemedicina pode ajudar. “Ao dividir suas histórias tristes e de superação, cada um deles vai se alimentando de uma forma positiva. Isso é muito importante.”

    Acolhimento individual

    Mas como cada caso é um caso e as pessoas no Rio Grande do Sul foram afetadas de forma particular, valem as consultas individuais. “Cada paciente vai trazer algo em relação ao seus sinais e sintomas; e logicamente, o tratamento vai ser individualizado, se precisar entrar com algum medicamento ou algum tipo de terapia específico”, explica a médica.

    Continua após a publicidade

    Para essas pessoas, já está sendo oferecido um serviço solidário de teleatendimento gratuito no Rio Grande do Sul, com oito especialidades médicas: a healthtech VisionnIT, plataforma que conecta profissionais de saúde cadastrados à população que vive nas regiões atingidas por meio do aplicativo eProHealth, desenvolvido pela Universidade de Passo Fundo.

    “O aplicativo não tem custo para a população. Estamos disponibilizando nossa plataforma de maneira gratuita para os atingidos pelas chuvas que não têm como se deslocar até um posto de saúde”, diz Jeangrei Emanoelli Veiga, professor da UPF e idealizador da tecnologia, que reúne mais de 700 profissionais de saúde nas áreas de Clínica Médica, Pediatria, Cardiologia, Endocrinologia e Metabologia, Psicologia, Nutrição, Enfermagem, além de terapeutas.

    É claro que para o acesso, é necessário energia e internet. Mas caso tenham, é altamente recomendado que as vítimas das enchentes procurem esse cuidado. “A telemedicina é uma vantagem pois terá o atendimento de um profissional de saúde na palma da mão em um momento em que as pessoas não têm nem como se locomover, onde as ruas estão alagadas e as poucas as unidades de saúde que funcionam estão super lotadas”, diz Fernanda, que ainda é diretora técnica de clínica médica da ViBe Saúde. “Poder acolher cada um na sua individualidade, respeitando a sua dor e suas crenças é o que vai trazer sucesso para um possível tratamento, tanto relacionado à saúde física, quanto à saúde mental”, finaliza.



    FONTE: Meio e Saúde

    das enchentes médicos mental preocupa Saúde vítimas
    meioesaude
    • Website

    Relacionados

    Estudo aponta impactos da dieta, exercícios e vitamina D em pacientes com câncer de mama

    3 de Junho, 2026

    O preço das canetas que tratam o diabetes: compare Mounjaro, Ozempic, Ozivy e companhia

    3 de Junho, 2026

    O surpreendente efeito das canetas emagrecedoras no tratamento do câncer

    2 de Junho, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Não Perca
    Obesidade

    Nem anorexia nem bulimia: esse é o transtorno alimentar mais comum no momento

    By meioesaude5 de Junho, 20260

    Ler Resumo Milhões de mulheres sofrem com transtornos alimentares não diagnosticados. A compulsão alimentar, o…

    O comprimido que pode salvar os rins e evitar uma diálise no futuro já está entre nós

    5 de Junho, 2026

    Ozempic e Mounjaro podem poupar os joelhos de uma cirurgia, aponta estudo

    4 de Junho, 2026

    Medicamentos à base de tirzepatida com irregularidades são proibidos pela Anvisa

    4 de Junho, 2026
    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    Últimas

    Nem anorexia nem bulimia: esse é o transtorno alimentar mais comum no momento

    5 de Junho, 2026

    O comprimido que pode salvar os rins e evitar uma diálise no futuro já está entre nós

    5 de Junho, 2026

    Ozempic e Mounjaro podem poupar os joelhos de uma cirurgia, aponta estudo

    4 de Junho, 2026

    Medicamentos à base de tirzepatida com irregularidades são proibidos pela Anvisa

    4 de Junho, 2026

    Inscreva-se

    Fique por dentro das atualizações

    Demo
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.