Close Menu

    Inscreva-se para novidades

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    Anvisa libera Mounjaro para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2

    22 de Abril, 2026

    Análise indica qual caneta emagrecedora leva à maior perda de massa muscular

    22 de Abril, 2026

    Anvisa propõe novas regras para manipulação de ‘canetas’ antiobesidade; veja o que pode mudar

    20 de Abril, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Home
    • Notícias
    • Câncer de Mama
    • Câncer de Próstata
    • Covid19
    • Diabetes
    • Obesidade
    • Sobre Nós
    • Contato
    Meio e Saúde
    Home»Últimas»A terapia que devolveu a esperança para curar o câncer de estômago | Letra de Médico
    Últimas

    A terapia que devolveu a esperança para curar o câncer de estômago | Letra de Médico

    meioesaudeBy meioesaude15 de Julho, 2025Sem comentários3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit WhatsApp Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest WhatsApp Email



    A última edição do encontro da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco) ficará marcada como o evento que consolidou a entrada definitiva da imunoterapia nas fases iniciais do tratamento do câncer gástrico.

    O estudo MATTERHORN apresentou resultados robustos ao demonstrar que a adição de durvalumabe à quimioterapia perioperatória padrão melhora significativamente os desfechos em pacientes com adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica (GEJ) localmente avançado. É um avanço digno de nota.

    Até recentemente, os tumores de estômago eram tratados exclusivamente com cirurgia e quimioterapia, com taxas de recorrência ainda alarmantes. A pesquisa recém-apresentada propõe um novo paradigma: integrar um imuoterápico à quimioterapia antes e depois da cirurgia.

    Os resultados foram bem-sucedidos. A taxa de recidiva de doença ou morte, 24 meses após a cirurgia, caiu de 41% para 33%, sem toxicidades significativas.

    O impacto desse estudo vai além dos números. Como destacou a oncologista Yelena Janjigian, do Memorial Sloan Kettering, nos EUA, a adição de durvalumabe não comprometeu a viabilidade cirúrgica nem aumentou substancialmente a toxicidade, o que é fundamental para um tratamento com intenção curativa. Em outras palavras, a imunoterapia demonstrou ser segura, viável e eficaz nesse novo cenário.

    Continua após a publicidade

    Essa notícia muda completamente a trajetória dos pacientes com câncer gástrico. Até então, mesmo após cirurgia e quimioterapia, muitos evoluíam com recidiva precoce. A introdução do durvalumabe atua sobre essa falha do sistema imune em eliminar células residuais após o tratamento inicial.

    O racional é claro: a imunoterapia estimula o sistema imunológico no momento em que o tumor é mais vulnerável — antes e após a cirurgia —, quando há menor carga tumoral e maior chance de resposta efetiva.

    Além disso, o MATTERHORN, que teve participação de sete centros de pesquisa do Brasil integrando um grupo de importantes instituições mundiais, abre a possibilidade de aplicação da imunoterapia mesmo fora de contextos altamente selecionados por biomarcadores. Ainda que a expressão de PD-L1 e a carga mutacional sejam relevantes, o estudo mostrou benefício mesmo em uma população mais heterogênea, o que reforça o valor da abordagem para um número mais amplo de pacientes.

    Continua após a publicidade

    Os próximos passos envolvem entender quais subgrupos mais se beneficiam da adição do durvalumabe, o papel de biomarcadores apontados por exames e a melhor duração do tratamento no cenário adjuvante. Mas a direção é clara: a imunoterapia chegou para ficar no tratamento do câncer gástrico. Trata-se de uma virada de chave na condução da doença: tratar precocemente, com intensidade e inteligência biológica.

    * Diogo Bugano é oncologista clínico e médico do Hospital Israelita Albert Einstein (SP)

    Compartilhe essa matéria via:



    FONTE: Meio e Saúde

    câncer curar devolveu esperança estômago Letra Médico para terapia
    meioesaude
    • Website

    Relacionados

    Anvisa libera Mounjaro para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2

    22 de Abril, 2026

    Anvisa propõe novas regras para manipulação de ‘canetas’ antiobesidade; veja o que pode mudar

    20 de Abril, 2026

    Neta de Carlos Alberto de Nóbrega desabafa sobre câncer | VEJA Gente

    20 de Abril, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Não Perca
    Diabetes

    Anvisa libera Mounjaro para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2

    By meioesaude22 de Abril, 20260

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira, 22, o uso do Mounjaro…

    Análise indica qual caneta emagrecedora leva à maior perda de massa muscular

    22 de Abril, 2026

    Anvisa propõe novas regras para manipulação de ‘canetas’ antiobesidade; veja o que pode mudar

    20 de Abril, 2026

    Neta de Carlos Alberto de Nóbrega desabafa sobre câncer | VEJA Gente

    20 de Abril, 2026
    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    Últimas

    Anvisa libera Mounjaro para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2

    22 de Abril, 2026

    Análise indica qual caneta emagrecedora leva à maior perda de massa muscular

    22 de Abril, 2026

    Anvisa propõe novas regras para manipulação de ‘canetas’ antiobesidade; veja o que pode mudar

    20 de Abril, 2026

    Neta de Carlos Alberto de Nóbrega desabafa sobre câncer | VEJA Gente

    20 de Abril, 2026

    Inscreva-se

    Fique por dentro das atualizações

    Demo
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.