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Segundo comunicado da Comissão Central de Inspeção Disciplinar e da Comissão Nacional de Supervisão, o ex-prefeito está “sob revisão disciplinar e investigação de supervisão” e é suspeito de “graves violações de disciplinas e leis”, uma forma comum de referência à corrupção no país.
Zhou foi o principal funcionário do Partido Comunista em Wuhan, na região central da China, entre 2018 e 2021. Ele renunciou cerca de um ano depois de a cidade ser a primeira do mundo a entrar em lockdown para conter a propagação do coronavírus, em meio a acusações e críticas pela decisão de adiar o anúncio de que um novo vírus havia sido detectado na cidade no final de dezembro de 2019.
O ex-prefeito também admitiu que Wuhan, uma cidade com uma população de mais de 11 milhões, não emitiu “avisos suficientes” sobre o vírus. Ele defendeu sua decisão de permitir que mais de 40.000 pessoas participassem de uma reunião do Ano Novo Lunar no início daquele mês, o que ajudou a espalhar ainda mais o vírus.
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