Close Menu

    Inscreva-se para novidades

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    Anvisa propõe novas regras para manipulação de ‘canetas’ antiobesidade; veja o que pode mudar

    20 de Abril, 2026

    Neta de Carlos Alberto de Nóbrega desabafa sobre câncer | VEJA Gente

    20 de Abril, 2026

    O fator que pode fazer toda a diferença na hora da musculação, segundo estudos

    19 de Abril, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Home
    • Notícias
    • Câncer de Mama
    • Câncer de Próstata
    • Covid19
    • Diabetes
    • Obesidade
    • Sobre Nós
    • Contato
    Meio e Saúde
    Home»Últimas»Coqueluche: conheça causas, sintomas e tratamentos | Meio e Saúde Brasil
    Últimas

    Coqueluche: conheça causas, sintomas e tratamentos | Meio e Saúde Brasil

    meioesaudeBy meioesaude15 de Julho, 2024Sem comentários4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit WhatsApp Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest WhatsApp Email


    A coqueluche, também conhecida como tosse comprida, é uma doença respiratória contagiosa causada pela bactéria Bordetella pertussis. Apesar de ser mais comum em crianças, a doença pode afetar pessoas de todas as idades. Bebês menores de seis meses são mais suscetíveis à doença e apresentam maior risco de complicações graves, como pneumonia e até mesmo morte.

    A tosse seca é o principal sintoma da coqueluche, podendo durar semanas ou meses e ser acompanhada por vômitos e dificuldade para respirar. Outros sintomas podem incluir febre, coriza e nariz congestionado. Além das vias respiratórias, a coqueluche pode afetar a traqueia e os brônquios.

    “Na primiera e na segunda semana, o paciente pode apresentar sintomas semelhantes a uma gripe, com coriza, febre baixa e tosse leve. Com o passar do tempo, a tosse vai progredindo, se tornando mais severa”, explica Vanessa Truda, infectologista do Hospital Edmundo Vasconcelos.

    “Os episódios de tosse severa podem terminar em um som agudo característico ao inalar, o ‘guincho’ da coqueluche. As crises de tosse podem desencadear vômitos e cansaço extremo”, completa a médica.

    Como a coqueluche é transmitida?

    A coqueluche é transmitida pelo contato direto com as secreções respiratórias de uma pessoa infectada. Isso ocorre através de gotículas eliminadas durante a tosse, espirro ou fala. Em alguns casos, a transmissão pode ocorrer por objetos contaminados com secreções de pessoas doentes, embora essa forma de contágio seja pouco frequente.

    O período de incubação da doença varia de cinco a 21 dias, o que significa que uma pessoa pode estar infectada e transmitir a doença sem apresentar sintomas.

    Os sintomas da coqueluche podem se manifestar em três níveis:

    Nível leve: Os sintomas são semelhantes aos de um resfriado, incluindo mal-estar, corrimento nasal, tosse seca e febre baixa. Esses sintomas iniciais podem durar semanas, período em que a pessoa está mais suscetível a transmitir a doença;Intermediário: A tosse seca piora e outros sinais aparecem. A tosse passa de leve e seca para severa e descontrolada, podendo comprometer a respiração. Crises de tosse podem provocar vômito ou cansaço extremo. Geralmente, os sintomas duram entre seis e dez semanas;Avançado: Os sintomas são mais severos e podem durar mais de um mês. Adultos e adolescentes tendem a apresentar sintomas mais leves em relação às crianças. A gravidade da doença também está relacionada à falta de imunidade.

    “Os principais fatores de risco para a coqueluche estão relacionados à falta de vacinação. A imunidade contra a doença é adquirida em crianças quando elas recebem as três doses da vacina, com reforços aos 15 meses e aos 4 anos de idade. No entanto, mesmo adultos que foram vacinados na infância podem ficar suscetíveis à doença, pois a eficácia da vacina pode diminuir com o tempo”, explica Simone Fernandes, infectologista na Conexa, plataforma de telemedicina.

    A vacina DTP (difteria, tétano e coqueluche) é aplicada em crianças a partir dos dois meses, com reforços aos 4, 6 e 15 meses. A vacina dTpa (difteria, tétano e coqueluche acellular) é recomendada para adolescentes e adultos a partir dos 10 anos, com reforços a cada 10 anos.

    Segundo os especialistas, além da vacinação, outras medidas de prevenção podem ajudar a reduzir o risco de contágio, como cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, lavar as mãos com frequência e evitar contato próximo com pessoas doentes.

    Em caso de suspeita de coqueluche, é importante procurar atendimento médico o mais rápido possível. O diagnóstico da doença é feito através de avaliação clínica, exames laboratoriais e exames de imagem.

    O tratamento da coqueluche é feito com antibióticos, que podem ajudar a reduzir a duração da doença e o risco de complicações.

    “As crianças, quando diagnosticadas com coqueluche, frequentemente ficam internadas, tendo em vista que os sintomas nelas são mais severos e podem provocar a morte”, acrescenta Simone.

    Quem deve tomar a vacina da coqueluche?

    A vacina faz parte do calendário vacinal do SUS (Sistema Único de Saúde) e é oferecida gratuitamente nos postos de saúde.

    Ela está disponível para crianças, em três doses: aos 2, 4 e 6 meses, com intervalo de 60 dias entre as doses. Além disso, há dois reforços: 1º reforço dos 15 meses aos 18 meses, e o 2º reforço dos 4 a 6 anos.

    Já para adultos, está disponível o reforço a cada 10 anos (dTpa) para grupos considerados de alto risco como gestantes, puérperas e profissionais de saúde. Para os demais, o reforço a cada 10 anos é feito apenas com a dupla adulto (dT), que imuniza contra difteria e tétano.

    Vacinação baixa entre gestantes eleva risco de doenças graves em bebês

    Compartilhe:



    FONTE: Meio e Saúde

    Brasil causas conheça coqueluche Meio Saúde sintomas tratamentos
    meioesaude
    • Website

    Relacionados

    Tecnologia para lesões nos olhos com tecido coletado no parto é incorporada no SUS

    16 de Abril, 2026

    Na guerra da obesidade, há soldados caindo pelo caminho | Crônicas de Peso

    15 de Abril, 2026

    A crise das canetas emagrecedoras: brechas regulatórias geram oportunismo, charlatanismo e medicina ilegal

    13 de Abril, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Não Perca
    Obesidade

    Anvisa propõe novas regras para manipulação de ‘canetas’ antiobesidade; veja o que pode mudar

    By meioesaude20 de Abril, 20260

    Continua após a publicidade Continua após a publicidade A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)…

    Neta de Carlos Alberto de Nóbrega desabafa sobre câncer | VEJA Gente

    20 de Abril, 2026

    O fator que pode fazer toda a diferença na hora da musculação, segundo estudos

    19 de Abril, 2026

    ‘As notícias não são boas’, diz ‘papa’ da gordura no fígado sobre doença que virou pandemia

    17 de Abril, 2026
    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    Últimas

    Anvisa propõe novas regras para manipulação de ‘canetas’ antiobesidade; veja o que pode mudar

    20 de Abril, 2026

    Neta de Carlos Alberto de Nóbrega desabafa sobre câncer | VEJA Gente

    20 de Abril, 2026

    O fator que pode fazer toda a diferença na hora da musculação, segundo estudos

    19 de Abril, 2026

    ‘As notícias não são boas’, diz ‘papa’ da gordura no fígado sobre doença que virou pandemia

    17 de Abril, 2026

    Inscreva-se

    Fique por dentro das atualizações

    Demo
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.