Close Menu

    Inscreva-se para novidades

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    ‘As notícias não são boas’, diz ‘papa’ da gordura no fígado sobre doença que virou pandemia

    17 de Abril, 2026

    Caneta antiobesidade: ‘semaglutida brasileira’ inicia programa com preço reduzido

    17 de Abril, 2026

    Tecnologia para lesões nos olhos com tecido coletado no parto é incorporada no SUS

    16 de Abril, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Home
    • Notícias
    • Câncer de Mama
    • Câncer de Próstata
    • Covid19
    • Diabetes
    • Obesidade
    • Sobre Nós
    • Contato
    Meio e Saúde
    Home»Últimas»Covid-19: Mais de 18% dos infectados no Brasil tiveram sintomas persistentes
    Últimas

    Covid-19: Mais de 18% dos infectados no Brasil tiveram sintomas persistentes

    meioesaudeBy meioesaude18 de Dezembro, 2024Sem comentários4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit WhatsApp Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest WhatsApp Email



    Ansiedade, cansaço e perda de memória são as principais queixas de brasileiros que ainda convivem com sintomas da covid-19, segundo o maior estudo de base populacional sobre a doença apresentado nesta quarta-feira, 18, pelo Ministério da Saúde. O índice de impactados pelos quadros persistentes é de 18,9%, dos quais 28,8% os enfrentam atualmente. O levantamento, realizado a partir de 33.250 entrevistas em 133 cidades, avaliou os impactos da pandemia para a população, assim como a adesão às campanhas de vacinação, que atingiu 84,6% no esquema completo com duas doses.

    A pesquisa “Epicovid 2.0: Inquérito nacional para avaliação da real dimensão da pandemia de Covid-19 no Brasil” é um desdobramento de um estudo iniciado em 2020, quando o vírus causador da doença, o SARS-CoV-2, começava o seu rastro de destruição ao redor do mundo. Na análise, ficou comprovado que a doença foi mais deletéria, inclusive nas condições pós-infecção, entre as populações mais vulneráveis, a exemplo de indígenas e mulheres. Também aumentou desigualdades e agravou dificuldades financeiras e sociais em grupos que historicamente sofrem com os efeitos dessas disparidades.

    A principal situação pós-covid citada pelos entrevistados é a ansiedade, totalizando 33,1%, seguida por cansaço (25,9%), dificuldade de concentração (16,9%) e perda de memória (12,7%).

    “Quatro anos depois, em um novo momento da saúde pública no Brasil, apresentamos um estudo que não é um monitoramento, mas sim uma avaliação dos impactos que a pandemia teve sobre a vida das pessoas e de famílias brasileiras”, explicou um dos responsáveis pelo estudo, o epidemiologista Pedro Hallal, que é professor da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.

    Segundo a ministra da Saúde Nísia Trindade, o estudo foi iniciado e interrompido durante um período crítico não só pela emergência em saúde pública, mas porque o Brasil vivia uma onda de negacionismo e de indisponibilidade de dados que deveriam ser públicos — houve um “apagão” na saúde e números não foram mais divulgados pelo governo de Jair Bolsonaro –.

    Continua após a publicidade

    “O Ministério da Saúde reconhece a importância da pesquisa e mantém a linha de apoio. Para isso, foram investidos mais de R$ 8 milhões no Epicovid”, afirmou, em coletiva.

    Com base nos dados da pesquisa, o ministério informou que mais de 28% da população foi infectada pelo vírus, o que corresponde a 60 milhões de pessoas.

    O estudo foi realizado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e contou com a participação da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Fundação Getúlio Vargas (FGV). 

    Continua após a publicidade

    Vacinação contra a covid

    Apesar das fake news e de movimentos de oposição às vacinas, a imunização contra a doença com ao menos uma dose foi realizada por 90,2% das pessoas ouvidas. O esquema vacinal completo, com duas doses, teve adesão de 84,6% dos entrevistados.

    A região Sudeste alcançou os maiores índices de vacinação e as populações que mais seguiram a recomendação de se proteger contra o vírus tomando a vacina foram idosos, mulheres e pessoas com maior escolaridade e renda.

    Em relação à confiança nos imunizantes, 57,6% afirmaram que confiam na vacina. Outros 27,3% relataram desconfiança e 15,1% se declararam indiferentes.

    Continua após a publicidade

    Entre os que não se vacinaram, 32,4% disseram que não acreditam na vacina e uma parcela de 0,5% afirmou que não acredita que o vírus da covid existe. Para 31%, a vacina pode fazer mal a saúde. Esses achados mostram como a corrente de desinformação teve êxito em alguns grupos.

    Os impactos econômicos e sociais

    Além das graves consequências para a saúde, cerca de 15% dos ouvidos perderam um ente querido para o vírus, a covid desestruturou famílias financeiramente e gerou impactos sociais. Quase metade dos brasileiros (48,6%) relatou que sofreu redução na renda, o que resultou em insegurança alimentar para 47,4%. Isso significa que as famílias não tinham garantia alguma se teriam alimentos diariamente. Na pandemia, o Brasil acompanhou as cenas de desespero de pessoas na fila por doações de ossos.

    O estudo indicou que 34,9% das pessoas entrevistados perderam o emprego e 21,5% tiveram de interromper os estudos. São dados que mostram quão devastadora foi a pandemia e que esforços devem ser realizados para evitar novas emergências em saúde pública, bem como as consequências destrutivas do negacionismo.



    FONTE: Meio e Saúde

    Brasil Covid19 dos infectados Mais persistentes sintomas tiveram
    meioesaude
    • Website

    Relacionados

    Ozempic e Mounjaro: por que algumas pessoas perdem mais peso do que outras?

    16 de Abril, 2026

    ‘Cicada’: nova subvariante da covid-19 tem 75 mutações e circula em 23 países

    7 de Abril, 2026

    Como reajuste dos medicamentos vai impactar preço das canetas antiobesidade

    1 de Abril, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Não Perca
    Diabetes

    ‘As notícias não são boas’, diz ‘papa’ da gordura no fígado sobre doença que virou pandemia

    By meioesaude17 de Abril, 20260

    Ler Resumo A gordura no fígado (MASLD) emerge como uma pandemia global, intimamente ligada à…

    Caneta antiobesidade: ‘semaglutida brasileira’ inicia programa com preço reduzido

    17 de Abril, 2026

    Tecnologia para lesões nos olhos com tecido coletado no parto é incorporada no SUS

    16 de Abril, 2026

    Ozempic e Mounjaro: por que algumas pessoas perdem mais peso do que outras?

    16 de Abril, 2026
    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    Últimas

    ‘As notícias não são boas’, diz ‘papa’ da gordura no fígado sobre doença que virou pandemia

    17 de Abril, 2026

    Caneta antiobesidade: ‘semaglutida brasileira’ inicia programa com preço reduzido

    17 de Abril, 2026

    Tecnologia para lesões nos olhos com tecido coletado no parto é incorporada no SUS

    16 de Abril, 2026

    Ozempic e Mounjaro: por que algumas pessoas perdem mais peso do que outras?

    16 de Abril, 2026

    Inscreva-se

    Fique por dentro das atualizações

    Demo
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.