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    Home»Últimas»Dengue: Brasil bate recorde de casos e tem desafios para conter vírus em 2025
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    Dengue: Brasil bate recorde de casos e tem desafios para conter vírus em 2025

    meioesaudeBy meioesaude2 de Janeiro, 2025Sem comentários6 Mins Read
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    Nas últimas semanas de 2023 e em janeiro do ano passado, já era possível constatar que uma onda de dengue se manifestava no Brasil. Com a alta da doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o ano de 2024 se tornou o recordista em toda a série histórica, totalizando 6.649.338 casos e 6.016 mortes, além de 913 óbitos em investigação, segundo dados do Ministério da Saúde até 28 de dezembro. Embora os episódios tenham caído a partir do segundo semestre, a soma entre o período quente e chuvoso do verão e as mudanças climáticas em curso deve desafiar gestores das esferas municipal, estadual e federal para evitar a proliferação do Aedes e novos picos de infecção em 2025.

    Um dos fatores associados à elevação dos índices foi a troca do sorotipo circulante do vírus, que passou a ser o tipo 2. A dengue é considerada complexa por ter quatro sorotipos e a infecção por um não exclui a possibilidade de ter a doença novamente. Outro fator foi a crise climática que elevou as temperaturas e fez com que o surto crescesse não só no Brasil, mas em “escala global”, conforme pontuou o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) Tedros Adhanom Ghebreyesus em visita ao país no ano passado.

    “Nós tivemos, em 2024, o ano com maior número prováveis de dengue de toda a história do Brasil nesses 40 anos que convivemos com a doença.
    O mundo todo está vivenciando uma elevação da temperatura média ambiental e observando um aumento das chuvas. É inconteste que temos dois elementos importantes para a biologia do Aedes: chuva e altas temperaturas”, explica a VEJA Rivaldo Venâncio da Cunha, secretário-adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde.

    Um terceiro fator para o descontrole nos números de infecções teve relação com a pandemia de covid-19. Segundo Cunha, para evitar a disseminação do novo coronavírus, as visitas dos agentes de controle de endemias foram suspensas no período mais crítico, entre 2020 e parte de 2022, o que acabou impactando as ações para eliminações dos vetores.

    “A suspensão era uma medida de proteção para quem estava em casa e para o agente. Em algumas localidades, esse trabalho ainda não tinha sido retomado nos patamares anteriores à pandemia tanto em quantidade quanto em intensidade”, diz o secretário-adjunto.

    Essa mobilização é importante porque, de acordo com dados do ministério, 75% dos criadouros estão em residências. Em maio de 2023, a visita casa a casa foi um dos motes da Campanha Nacional de Combate à Dengue, Zika e Chikungunya anunciada pela pasta, que incluía ainda o uso de mosquitos estéreis e da bactéria Wolbachia, capaz de impedir que o inseto transmita o vírus da dengue.

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    Preparação para 2025

    Um estudo para estimar o número de casos prováveis em 2025 será finalizado neste mês, mas as ações com objetivo preparar o país para diferentes cenários, inclusive os mais críticos, têm ocorrido de forma ininterrupta.

    Isso porque, com o caos climático, os picos podem ocorrer em diferentes momentos. Os levantamentos apontavam um quadro recordista para 2024, com 4,2 milhões de casos, e o número foi superado já no início de maio.

    “Estamos aproveitando a baixa circulação para, nos três níveis de gestão, intensificarmos as medidas de prevenção para que cada cidadão dedique dez minutos por semana para cuidar do seu quintal e a gente possa ter a redução do maior número possível de focos potenciais do Aedes“, afirma Cunha. “
    Também estamos nos preparando em estreita parceria com estados e municípios, entidades públicas e privadas, além de outros ministérios para o pior cenário.”

    A implementação de novas tecnologias para o combate ao mosquito vai fazer parte de políticas públicas, não mais pesquisas, de acordo com o secretário-adjunto. No caso da wolbachia, implantada em Niterói (RJ), Campo Grande (MS), Petrolina (PE) e em parte do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte ao longo de dez anos, será feita a inclusão de 40 novas cidades para a adoção do uso da bactéria.

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    “Além disso, temos as estações disseminadoras de larvicidas, o inseto estéril e a borrifação residual em escolas, rodoviárias, unidades de saúde e outros espaços com efeito de quatro meses.”

    Ter um conjunto de estratégias é fundamental, considerando que apesar da grande circulação do vírus, ainda há populações vulneráveis, especialmente diante da escassez de vacinas para promoção da imunização em massa. Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) com apoio do Instituto Todos pela Saúde (ITpS) mostrou que 72% da população analisada em São Paulo não têm imunidade contra nenhum dos quatro sorotipos da dengue. Em Curitiba, o índice foi de 87,5%.

    A pesquisa, realizada entre novembro de 2023 e junho de 2024, analisou amostras de cerca de 1.600 doadores de sangue de sete capitais brasileiras para identificar a presença de anticorpos IgG, que indicam exposição passada ao vírus.

    Expectativa pela vacina do Butantan

    Vacinar a população é uma das metas do Ministério da Saúde e também uma das melhores formas de oferecer proteção diante de uma doença que não tem tratamento, caso da dengue. Um dos entraves é ter o imunizante em quantidade necessária.

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    Com as limitações de fabricação da vacina disponível, o Ministério da Saúde fez a aquisição da vacina e a destinou para o grupo mais atingido por infecções, a população de 10 a 14 anos.

    “Toda a produção do laboratório Takeda foi comprada pelo ministério, foram aproximadamente 9,5 milhões de doses para a vacinação de mais de 4,7 milhões de pessoas, considerando que são duas doses.”

    A expectativa é pela candidata à vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan, cuja solicitação de registro foi feita à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no mês passado. Em caso de aprovação, instituto já pode distribuir 1 milhão de doses neste ano e outras 100 milhões em 2026 e 2027.

    “Com a vacina do Butantan, registrada e fabricada em larga escala, esperamos um cenário mais favorável em 2026″, afirma Cunha.

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    O combate ao Aedes aegypti sempre vai depender da ação do poder público, da inclusão de novas tecnologias e de medidas preventivas, no entanto, não deixar água parada, evitar entulhos, fechar a caixa d’água e cuidar do próprio quintal é dever de cada cidadão.

    E, como se trata de uma doença que pode ser grave e levar à morte, é importante ficar atento aos sintomas da dengue, como febre alta de início repentino, dores musculares, nas articulações e atrás dos olhos, fadiga, mal-estar, vômitos e manchas avermelhadas na pele, e buscar auxílio médico principalmente para receber hidratação e medicamentos para amenizar o incômodo.

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    FONTE: Meio e Saúde

    bate Brasil casos conter dengue desafios para recorde tem vírus
    meioesaude
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