Close Menu

    Inscreva-se para novidades

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    Nem anorexia nem bulimia: esse é o transtorno alimentar mais comum no momento

    5 de Junho, 2026

    O comprimido que pode salvar os rins e evitar uma diálise no futuro já está entre nós

    5 de Junho, 2026

    Ozempic e Mounjaro podem poupar os joelhos de uma cirurgia, aponta estudo

    4 de Junho, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Home
    • Notícias
    • Câncer de Mama
    • Câncer de Próstata
    • Covid19
    • Diabetes
    • Obesidade
    • Sobre Nós
    • Contato
    Meio e Saúde
    Home»Últimas»Estudo testa nova técnica para tratar insuficiência cardíaca em população brasileira
    Últimas

    Estudo testa nova técnica para tratar insuficiência cardíaca em população brasileira

    meioesaudeBy meioesaude2 de Setembro, 2025Sem comentários4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit WhatsApp Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest WhatsApp Email



    MADRI* – Novo método que está em fase de expansão na cardiologia, a estimulação fisiológica tem se mostrado uma técnica mais econômica e uma alternativa para pacientes com insuficiência cardíaca — doença que faz com que o coração fique dilatado e não consiga bombear o sangue de forma adequada — que não respondem aos medicamentos. Diante desse quadro, um grupo de pesquisadores do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS), resolveu comparar o tratamento convencional e a abordagem para avaliar a viabilidade de adoção da nova proposta, bem como compreender o funcionamento dela em diferentes populações, algo possível graças à diversidade do país. A investigação foi apresentada na reunião anual da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC, na sigla em inglês), evento que se encerrou nesta segunda-feira, 1º, e reuniu mais de 30 mil especialistas em Madri, na Espanha.

    Pacientes com insuficiência cardíaca podem ser tratados com medicamentos. No entanto, alguns não respondem como o esperado e necessitam da terapia de ressincronização cardíaca, quando é implantando um dispositivo parecido com um marcapasso nos dois lados do órgão para regular os batimentos cardíacos. É um procedimento consolidado como eficaz, mas ainda caro.

    A estimulação fisiológica, por sua vez, faz essa função com a instalação em apenas no ponto do coração onde há falha no sistema de condução elétrica do órgão. O método é cerca de R$ 17 mil mais barato do que o tradicional por paciente.

    O estudo PhysioSync-HF, realizado com o apoio do Ministério da Saúde por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), avaliou 173 pacientes de 14 cidades, dos quais 90% eram do SUS, que foram acompanhados por 12 meses. Para garantir diversidade, foram incluídos pacientes de todas as regiões do país, dos quais 50% eram mulheres e 60% dos voluntários eram negros, pardos e indígenas. No Brasil, há cerca de 2 milhões de pessoas que vivem com a doença.

    Medicina personalizada

    A análise indicou que os desfechos cardíacos ainda são melhores com a ressincronização tradicional, tendo em vista que os resultados em de modo que os cardiologistas terão de avaliar caso a caso ao longo da consolidação da nova técnica, fortalecendo o conceito de medicina personalizada.

    Continua após a publicidade

    “Ao contrário da nossa expectativa, o marcapasso ressincronizador tradicional foi superior ao fisiológico nesses pacientes. O novo tratamento resultou em mais mortes, mais internações e uma menor melhora do desempenho cardíaco de modo geral. Clinicamente, ele não foi tão bom quanto o tradicional”, diz o cardiologista André Zimerman, head da Unidade de Ensaios Clínicos do Hospital Moinhos de Vento.

    Isso não quer dizer que a nova terapia não possa ser adotada. “É muito importante ressaltar que os dois grupos foram muito bem. Todos os pacientes melhoraram a função cardíaca, a capacidade física, caminharam mais, se sentiram melhor e os exames melhoraram nos dois braços. No entanto, a melhora no tratamento novo foi atenuada em relação à melhora no tratamento tradicional. Então, do ponto de vista clínico, o ressincronizador tradicional segue como a primeira escolha”, explica Zimerman, que é um dos autores do estudo.

    A pesquisa entra no debate sobre a importância de realizar testes locais antes de adotar um tipo de tratamento antes de seguir evidências de outros países com características diferentes.

    Continua após a publicidade

    “Encontramos resultados que foram um pouco contra a tendência dos estudos internacionais. Nossa população é diferente das populações de outros estudos. Incluímos pacientes com doença de Chagas, além de grande diversidade étnica e racial: brancos, pardos, negros, indígenas. Nossos pacientes frequentemente chegam um pouco mais tarde ao sistema de saúde, com a doença mais avançada e o coração mais dilatado do que o usual”, diz o pesquisador. “Talvez nessa população, com toda essa diversidade e características próprias, os resultados sejam diferentes do resto do mundo, o que reforça a importância de termos nossas próprias pesquisas para saber se as intervenções feitas em outros lugares se aplicam à nossa realidade.”

    * A repórter viajou a convite da Novo Nordisk

    Compartilhe essa matéria via:



    FONTE: Meio e Saúde

    brasileira cardíaca Estudo insuficiência Nova para população técnica testa tratar
    meioesaude
    • Website

    Relacionados

    Ozempic e Mounjaro podem poupar os joelhos de uma cirurgia, aponta estudo

    4 de Junho, 2026

    Estudo aponta impactos da dieta, exercícios e vitamina D em pacientes com câncer de mama

    3 de Junho, 2026

    Primeira ‘caneta emagrecedora’ brasileira já tem preço definido e data para chegar às farmácias

    2 de Junho, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Não Perca
    Obesidade

    Nem anorexia nem bulimia: esse é o transtorno alimentar mais comum no momento

    By meioesaude5 de Junho, 20260

    Ler Resumo Milhões de mulheres sofrem com transtornos alimentares não diagnosticados. A compulsão alimentar, o…

    O comprimido que pode salvar os rins e evitar uma diálise no futuro já está entre nós

    5 de Junho, 2026

    Ozempic e Mounjaro podem poupar os joelhos de uma cirurgia, aponta estudo

    4 de Junho, 2026

    Medicamentos à base de tirzepatida com irregularidades são proibidos pela Anvisa

    4 de Junho, 2026
    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    Últimas

    Nem anorexia nem bulimia: esse é o transtorno alimentar mais comum no momento

    5 de Junho, 2026

    O comprimido que pode salvar os rins e evitar uma diálise no futuro já está entre nós

    5 de Junho, 2026

    Ozempic e Mounjaro podem poupar os joelhos de uma cirurgia, aponta estudo

    4 de Junho, 2026

    Medicamentos à base de tirzepatida com irregularidades são proibidos pela Anvisa

    4 de Junho, 2026

    Inscreva-se

    Fique por dentro das atualizações

    Demo
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.