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    Home»Últimas»Transpiração não tira férias: saiba os cuidados em qualquer estação | Letra de Médico
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    Transpiração não tira férias: saiba os cuidados em qualquer estação | Letra de Médico

    meioesaudeBy meioesaude1 de Agosto, 2025Sem comentários4 Mins Read
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    Não importa a estação. Mesmo nos meses mais frios, o corpo continua suando. E em alguns casos, com odores ainda mais intensos. O motivo? A transpiração é uma função fisiológica essencial para o equilíbrio térmico do organismo, e não depende apenas da temperatura externa. Emoções como estresse, ansiedade e até o consumo de certos alimentos podem estimular as glândulas sudoríparas, principalmente as apócrinas, responsáveis pelo suor com odor.

    E independentemente do produto que use, algumas pessoas têm cheiro mais forte do que outras. A explicação passa pela biologia e pela microbiota da pele. O suor em si é inodoro. O mau cheiro vem da ação de bactérias que vivem naturalmente na pele e se alimentam das proteínas e lipídios presentes no suor. Fatores como genética, alimentação, uso de medicamentos e até o tipo de roupa usada podem interferir na intensidade do odor.

    Além disso, homens costumam transpirar mais do que mulheres devido à maior concentração de glândulas sudoríparas. Além disso, a puberdade, a menopausa e condições hormonais específicas também podem alterar o cheiro corporal.

    A boa notícia é que existem medidas eficazes para lidar com a transpiração excessiva e os odores indesejáveis, mesmo nos dias frios.

    Higiene diária: tomar banho diariamente e secar bem as axilas evita a proliferação de bactérias. No entanto, esfregar com força a região pode irritar a pele e até piorar o quadro. O ideal é usar a palma da mão ou uma esponja macia.
    Sabonetes antibacterianos: podem ser aliados importantes, especialmente para quem tem bromidrose (nome técnico para odor forte nas axilas). Mas atenção: o uso contínuo pode ressecar ou desequilibrar a microbiota da pele. O ideal é alternar com sabonetes neutros.
    Roupas respiráveis: tecidos sintéticos retêm mais suor e favorecem a proliferação de bactérias. Dê preferência a fibras naturais, como algodão e linho, especialmente em roupas íntimas e camisetas de uso prolongado.
    Alimentação: alho, cebola, curry, bebidas alcoólicas e alimentos processados podem alterar o cheiro do suor. Manter uma dieta equilibrada e ingerir bastante água ajuda a regular o funcionamento do organismo.

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    E os desodorantes? Quais escolher?

    Há muitas dúvidas em relação a isso. E é importante lembrar que nem todo desodorante combate o suor. Existem três categorias principais:

    Desodorantes comuns: apenas mascaram o odor e não reduzem a transpiração. Bons para quem sua pouco.

    Antitranspirantes: contêm sais de alumínio, que bloqueiam temporariamente os ductos das glândulas sudoríparas. São eficazes para quem sofre de suor intenso.

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    Desodorantes naturais: feitos com bicarbonato de sódio, óleos essenciais ou minerais como alúmen de potássio. Têm efeito mais suave e são indicados para peles sensíveis.

    É importante testar e observar a resposta do seu corpo. Cada pessoa reage de forma diferente. Se o suor excessivo estiver atrapalhando a qualidade de vida, vale procurar um dermatologista. Existem tratamentos como toxina botulínica, iontoforese e até medicamentos orais que ajudam a controlar o quadro.

    A toxina, é bom ressaltar, é uma medicação segura, indolor e traz bons resultados para a hiperidrose. O paciente fica até 10 meses com o suor controlado. E também ajuda nos casos de bromidose, que é a transpiração de origem bacteriana. O controle do suor controla a proliferação da bactéria. Não é uma indicação primária, mas é uma boa alternativa para casos mais graves.

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    Se o suor for excessivo e persistente, mesmo em repouso, pode se tratar de hiperidrose, uma condição médica que afeta até 3% da população. Além do desconforto físico, a condição pode gerar isolamento social e queda na autoestima. Nesses casos, o diagnóstico e o tratamento médico são fundamentais.

    *Dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia



    FONTE: Meio e Saúde

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    meioesaude
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