Close Menu

    Inscreva-se para novidades

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    A grave crise da diálise: uma história que perdura no Brasil

    12 de Fevereiro, 2026

    Sem limites: pancreatite e o verdadeiro vilão das canetas emagrecedoras | Crônicas de Peso

    11 de Fevereiro, 2026

    De compulsivo a emocional: por que você deve conhecer seu perfil alimentar | Letra de Médico

    11 de Fevereiro, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Home
    • Notícias
    • Câncer de Mama
    • Câncer de Próstata
    • Covid19
    • Diabetes
    • Obesidade
    • Sobre Nós
    • Contato
    Meio e Saúde
    Home»Covid19»Cepas da covid-19 evoluíram na Maré e tiveram impacto global, revela estudo genético
    Covid19

    Cepas da covid-19 evoluíram na Maré e tiveram impacto global, revela estudo genético

    meioesaudeBy meioesaude25 de Fevereiro, 2025Sem comentários3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit WhatsApp Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest WhatsApp Email



    Exames genéticos feitos em amostras de moradores do complexo da Maré mostram que linhagens do coronavírus evoluíram na comunidade da zona norte do Rio de Janeiro, originando novos tipos de vírus que infectaram pessoas até em outros países.

    Entre 2020 e 2021, a taxa de mortalidade por covid-19 na Maré ficou entre 10 e 16%, o que é quase o dobro da observada na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com a pesquisa A circulação viral em favelas tem impacto global?, da Fundação Oswaldo Cruz, linhagens da variante Gamma surgidas na Maré estão associada a casos no Brasil, nos Estados Unidos e na Suíça.

    Já cepas da variante Delta, originadas na região, também infectaram pacientes em outros estados brasileiros e ainda nos Estados Unidos, Índia, África do Sul, China e Suíça. Além disso, mutações da variante Ômicron encontradas na Maré foram ancestrais de casos no Brasil e na América Latina.

    Os pesquisadores coletaram amostras de cerca de 500 moradores infectados pela covid-19 para verificar qual o impacto da circulação viral no complexo.

    Ambiente propício a mutações

    Um dos principais autores do estudo, o pesquisador Thiago Moreno Souza, explica que as características estruturais das favelas oferecem o ambiente propício para que vírus respiratórios se repliquem e sofram mutações: “Fatores como baixa condição sanitária e moradias precárias em comunidades ajudam na maior transmissão e dispersão do vírus, o que se torna portanto um foco que pode vir a catalisar essa dispersão não só em um contexto regional”.

    Continua após a publicidade

    Ele acrescenta que muitas favelas brasileiras estão em áreas urbanas centrais de cidades cosmopolitas e megacidades, o que favorece que um patógeno presente nessas áreas alcance disseminação mais ampla.

    O estudo defende que as favelas sejam priorizadas para receber recursos e esforços de saúde pública, na preparação para o enfrentamento de futuras epidemias ou pandemias. “Por isso, melhorar a infraestrutura e os serviços básicos, como água limpa, saneamento e assistência médica nas favelas, é crucial para melhorar a saúde pública e resiliência em futuras crises”, afirma artigo publicado este mês na revista Frontiers in Microbiology, assinado por pesquisadores de diversos institutos da Fiocruz, da Universidade Federal Fluminense, do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

    Estudos demográficos calculam que mais de um terço da população mundial estará morando em favelas até 2050. No Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente 8% da população vive nesses territórios. Por isso, os pesquisadores também enfatizam que “compreender a dinâmica dos agentes infecciosos em favelas é fundamental para intervenções em saúde pública”, já que essas regiões “frequentemente apresentam uma prevalência mais alta de doenças infecciosas em comparação com outras áreas urbanas.”

    Compartilhe essa matéria via:



    FONTE: Meio e Saúde

    Cepas Covid19 Estudo evoluíram genético global impacto Maré revela tiveram
    meioesaude
    • Website

    Relacionados

    Obesidade pode elevar em 70% o risco de morte ou internação por infecções, aponta estudo

    10 de Fevereiro, 2026

    Vírus Nipah no Carnaval: existe algum risco de ele estragar a festa antes ou depois?

    9 de Fevereiro, 2026

    Nipah, ebola, raiva… Os vírus mais letais nem sempre são os que representam maior ameaça em nível global

    6 de Fevereiro, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Não Perca
    Diabetes

    A grave crise da diálise: uma história que perdura no Brasil

    By meioesaude12 de Fevereiro, 20260

    Às duas da manhã, três vezes por semana, Ednólia já está de pé em Baião,…

    Sem limites: pancreatite e o verdadeiro vilão das canetas emagrecedoras | Crônicas de Peso

    11 de Fevereiro, 2026

    De compulsivo a emocional: por que você deve conhecer seu perfil alimentar | Letra de Médico

    11 de Fevereiro, 2026

    Obesidade pode elevar em 70% o risco de morte ou internação por infecções, aponta estudo

    10 de Fevereiro, 2026
    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    Últimas

    A grave crise da diálise: uma história que perdura no Brasil

    12 de Fevereiro, 2026

    Sem limites: pancreatite e o verdadeiro vilão das canetas emagrecedoras | Crônicas de Peso

    11 de Fevereiro, 2026

    De compulsivo a emocional: por que você deve conhecer seu perfil alimentar | Letra de Médico

    11 de Fevereiro, 2026

    Obesidade pode elevar em 70% o risco de morte ou internação por infecções, aponta estudo

    10 de Fevereiro, 2026

    Inscreva-se

    Fique por dentro das atualizações

    Demo
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.