Close Menu

    Inscreva-se para novidades

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    ‘As notícias não são boas’, diz ‘papa’ da gordura no fígado sobre doença que virou pandemia

    17 de Abril, 2026

    Caneta antiobesidade: ‘semaglutida brasileira’ inicia programa com preço reduzido

    17 de Abril, 2026

    Tecnologia para lesões nos olhos com tecido coletado no parto é incorporada no SUS

    16 de Abril, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    • Home
    • Notícias
    • Câncer de Mama
    • Câncer de Próstata
    • Covid19
    • Diabetes
    • Obesidade
    • Sobre Nós
    • Contato
    Meio e Saúde
    Home»Últimas»81% dos adolescentes brasileiros têm fatores de risco para doenças crônicas | Meio e Saúde Brasil
    Últimas

    81% dos adolescentes brasileiros têm fatores de risco para doenças crônicas | Meio e Saúde Brasil

    meioesaudeBy meioesaude2 de Setembro, 2024Sem comentários4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Reddit WhatsApp Email
    CNN Brasil
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest WhatsApp Email


    A maioria dos adolescentes brasileiros (81,3%) tem dois ou mais fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis, como problemas cardiovasculares e diabetes. Isso é o que revela um estudo recente da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), publicado no periódico BMC Pediatrics, que avaliou o estilo de vida dos jovens considerando hábitos alimentares, atividade física, tabagismo, entre outros.

    Os autores do estudo usaram dados do principal inquérito nacional de vigilância de fatores de risco em escolares, a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE), que contou com a participação de 121.580 adolescentes com idades entre 13 e 17 anos, de escolas públicas e privadas em todo o país. Os jovens responderam a questionários com perguntas sobre sete variáveis: consumo de frutas e vegetais, ingestão regular de refrigerantes, doces e álcool, prática de exercícios, sedentarismo e tabagismo.

    Exames de sangue podem estimar risco cardiovascular em mulheres 30 anos antes Crianças e adolescentes podem fazer skincare? Veja riscos e cuidados necessários Uso de tablets na infância pode causar explosões de raiva, diz estudo

    O principal fator de risco detectado foi a falta de atividade física, já que 71,5% dos entrevistados se exercitam pouco. Além disso, mais da metade (58%) não ingere a quantidade adequada de frutas e verduras, e um terço (32,9%) consome doces como balas e chocolates em excesso. A pesquisa também observou que 17,2% abusam de refrigerantes e 28,1% do álcool. Uma minoria (6,2%) é fumante.

    Não houve diferença entre alunos de escolas públicas e privadas. Os resultados foram um pouco melhores nas zonas rurais; já a região Sudeste é onde os jovens mais apresentaram dois ou mais fatores de risco. “A gente esperava um cenário ruim, mas não tanto”, diz a enfermeira Alanna Gomes da Silva, primeira autora do estudo e residente pós-doutoral na Escola de Enfermagem da UFMG. “Sabe-se que o estilo de vida está entre as principais causas dessas doenças e apenas 3,9% dos jovens não têm fatores de risco, enquanto 9% apresentam todos os sete”, comenta Silva.

    “Os resultados não surpreendem, mas assustam”, avalia o cardiologista pediátrico Gustavo Foronda, do Hospital Israelita Albert Einstein. “Isso é o que temos visto nos últimos anos, principalmente nos grandes centros urbanos, com crianças e jovens apresentando uma qualidade de vida cada vez pior. Tanto que os adolescentes de hoje são mais doentes do que os de 40 ou 50 anos atrás.”

    Há vários motivos por trás da mudança de hábitos. “A violência urbana, por exemplo, impacta a atividade física, já que as crianças deixam de brincar na rua, em praças ou parques, e passam a depender de atividades orientadas, como aulas de esporte, ou ser sócias de clubes, e isso não é acessível a todos”, afirma o médico do Einstein.

    O uso de eletrônicos, como celulares, tablets e videogames, é tolerado pelos pais como uma forma de distração e de deixar as crianças mais tranquilas. Já a facilidade de acesso a produtos ultraprocessados acaba prejudicando a qualidade alimentar. “Hoje é mais fácil montar um lanche com salgadinhos e suco de caixinha, por exemplo”, observa Foronda.

    O problema é que costuma haver uma associação desses hábitos ruins – uma criança que já é sedentária pode passar horas no videogame beliscando guloseimas, por exemplo. Tudo isso impacta, inclusive, a socialização e a saúde mental.

    Esse estilo de vida pouco saudável aumenta a possibilidade de doenças numa faixa etária mais precoce.  “Observamos um crescimento no número de crianças com sobrepeso, com hipertensão e colesterol alto”, relata o cardiologista pediátrico. “Mas nossa maior preocupação é porque um adolescente com todos esses fatores de risco leva a um adulto com mais fatores de risco para doenças cardiovasculares, obesidade, síndrome metabólica e até certos tipos de câncer, já que o risco dessas doenças aumenta muito quando todos esses fatores já estão presentes na infância e adolescência.”

    Hoje, sabe-se que a longevidade está associada a cinco pilares relacionados ao estilo de vida: sono adequado, alimentação saudável, atividade física regular, controle do estresse e socialização. “Esses números nos preocupam demais porque nenhum desses pilares está sendo cumprido desde a infância para que esses adolescentes sejam adultos saudáveis. Infelizmente, as pessoas também não estão entendendo a importância desses cuidados”, lamenta o médico.

    Para Alanna Gomes da Silva, faltam medidas voltadas para esse público. “É preciso promover ações que envolvam a escola, os pais e toda a sociedade e incluam questões como a merenda escolar, o acesso ao consumo de frutas e hortaliças que, às vezes, é dificultado por questões socioeconômicas”, diz. A pesquisadora alerta que é preciso estimular a atividade física tanto na escola quanto no lazer, com maior controle do uso de telas pelos pais e responsáveis.

    Saúde do coração influencia desenvolvimento cerebral de adolescentes



    FONTE: Meio e Saúde

    adolescentes Brasil Brasileiros crônicas doenças dos Fatores Meio para risco Saúde tem
    meioesaude
    • Website

    Relacionados

    Tecnologia para lesões nos olhos com tecido coletado no parto é incorporada no SUS

    16 de Abril, 2026

    Na guerra da obesidade, há soldados caindo pelo caminho | Crônicas de Peso

    15 de Abril, 2026

    Canetas antiobesidade: PF desarticula esquema milionário que atuava em 12 estados

    9 de Abril, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Não Perca
    Diabetes

    ‘As notícias não são boas’, diz ‘papa’ da gordura no fígado sobre doença que virou pandemia

    By meioesaude17 de Abril, 20260

    Ler Resumo A gordura no fígado (MASLD) emerge como uma pandemia global, intimamente ligada à…

    Caneta antiobesidade: ‘semaglutida brasileira’ inicia programa com preço reduzido

    17 de Abril, 2026

    Tecnologia para lesões nos olhos com tecido coletado no parto é incorporada no SUS

    16 de Abril, 2026

    Ozempic e Mounjaro: por que algumas pessoas perdem mais peso do que outras?

    16 de Abril, 2026
    Nossas Redes
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    Últimas

    ‘As notícias não são boas’, diz ‘papa’ da gordura no fígado sobre doença que virou pandemia

    17 de Abril, 2026

    Caneta antiobesidade: ‘semaglutida brasileira’ inicia programa com preço reduzido

    17 de Abril, 2026

    Tecnologia para lesões nos olhos com tecido coletado no parto é incorporada no SUS

    16 de Abril, 2026

    Ozempic e Mounjaro: por que algumas pessoas perdem mais peso do que outras?

    16 de Abril, 2026

    Inscreva-se

    Fique por dentro das atualizações

    Demo
    Meio e Saúde
    Facebook X (Twitter) Instagram
    © 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.