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    Home»Últimas»O que é ser um bom pai – e por que a maioria não consegue | Viver com Ousadia
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    O que é ser um bom pai – e por que a maioria não consegue | Viver com Ousadia

    meioesaudeBy meioesaude8 de Agosto, 2025Sem comentários5 Mins Read
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    O que significa ser pai para você?

    Ser pai é proteger, prover e ser o pilar da casa. É sair cedo, voltar tarde, colocar comida na mesa e não reclamar.

    Engolir o choro, suportar a pressão, manter a postura e nunca mostrar fraqueza. Sempre pronto e sempre no controle.

    Ser pai é carregar o mundo nas costas e chamar isso de amor.

    Nossa cultura nos ensina desde cedo que um pai que ama é aquele que “faz tudo pela família”, mesmo que nunca esteja em casa. Que não diz “eu te amo”, mas “tá precisando de dinheiro?”. Que não pergunta como o filho está, mas exige que ele se comporte.

    Eu cresci com um pai assim.

    Cresci numa cidade pequena, em meio à pobreza e a muitos silêncios. Meu pai estava ali, mas não estava. Era como se habitássemos a mesma casa em mundos diferentes. Pequena e invisível, aprendi cedo a não esperar acolhimento.

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    E, por mais que eu entenda hoje suas limitações, o maior vazio que ficou não foi o da falta de dinheiro. Foi o da falta de presença.

    Só aos 15 anos, quando meu padrasto, Nando, entrou na minha vida, comecei a entender que ser pai podia ser outra coisa.

    Lembro de sentar com ele na cozinha, depois de um dia difícil na escola, e ser ouvida de verdade pela primeira vez. Ele não tentava consertar minha dor. Só ficava ali, com olhos fixos em e me ouvindo de verdade. E isso, naquela fase da minha vida, salvou mais do que qualquer conta paga.

    A ciência discorda da nossa cultura

    Muitos pais não se afastam por falta de amor, mas porque têm medo de se aproximar.

    É a evitação psicológica através da fuga: um mecanismo biológico dos nossos cérebros que nos faz congelar diante daquilo que nos vulnerabiliza. Em vez de se abrirem ao vínculo, muitos homens endurecem. Estão por perto, mas não se mostram.

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    Demonstrar afeto, perguntar como o filho está, sentar no chão pra brincar — tudo isso pode parecer simples.

    Mas, para quem foi ensinado a sufocar sentimentos, esses gestos ativam um medo antigo: o de parecer fraco e de não saber o que fazer com a própria emoção.

    E aí eles fogem, não literalmente, mas com o silêncio. Congelam no convívio e se escondem atrás de rotinas, tarefas e discursos de autoridade.

    Parece força, mas é evitação.

    Acontece que a ciência mostra que o impacto desse afastamento é profundo.

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    Temos vários estudos mostrando que crianças com pais emocionalmente presentes têm maior desenvolvimento cognitivo, menos problemas de comportamento e mais habilidades para lidar com frustrações.

    Elas crescem com autoestima mais sólida, menos ansiedade, e um senso de segurança emocional que nenhum presente caro consegue oferecer.

    E nas famílias em que o cuidado é compartilhado com mais equilíbrio, a saúde mental melhora para todos: com índices mais baixos de estresse, burnout e conflitos conjugais. E os filhos aprendem, pelo exemplo, que afeto, cuidado e escuta são responsabilidades humanas. Não papéis de gênero.

    Quando o cuidado é real, ele muda tudo

    Vejo isso todos os dias dentro da minha própria casa.

    David, meu marido, é esse outro tipo de pai.

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    Ele não se esconde atrás do trabalho, nem da desculpa do “não sei fazer”. Ele está presente quando nosso filho, Diego, precisa e também quando eu preciso. Cuida do nosso filho, mas também cuida de mim. Está ao meu lado nas madrugadas difíceis, nos dias de exaustão, nas conversas que exigem escuta e paciência.

    Ele não “ajuda”. Ele participa.

    E faz isso sem perfeição, mas com presença.

    Tem uma pergunta que carrego comigo e que pode abrir uma reflexão em você também:

    “Se eu morrer amanhã, o que meu filho falaria de mim?”

    É assim que nosso filho está crescendo: vendo que homem também chora, que pai também escuta e que cuidado não tem gênero.

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    Não é o caminho mais fácil, nem o que a cultura nos ensinou. Mas é o que transforma, de verdade, a vida de uma família.

    Quero fazer uma homenagem a todos os homens que escolheram romper com o silêncio, desafiar a cultura e se mostrar com coragem.

    Aos que, como o David, constroem a paternidade dia após dia, e aos que, como meu padrasto, chegaram no meio da história e ainda assim fizeram toda a diferença.

    Porque ser pai não é ser pai biológico.

    É ser abrigo e ser alguém que escolhe estar presente, mesmo quando seria mais fácil fugir.

    Essa coluna te fez repensar o que significa ser pai? Ou entender melhor o que a cultura nunca te ensinou?

    Me escreve no Instagram para me contar? Adoro conversar com meus leitores por lá.

    E se você conhece um pai que merece essa homenagem, compartilha esse texto com ele.





    FONTE: Meio e Saúde

    Bom consegue Maioria não ousadia pai por ser viver
    meioesaude
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